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Anvisa decide nesta sexta sobre suspensão de produtos Ypê

Anvisa decide nesta sexta-feira se mantém ou revoga suspensão de produtos Ypê fabricados em Amparo, após recurso, com produção ainda suspensa

1 de 1 ype-5-1200×800 - Foto: LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova
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  • A Anvisa deve decidir nesta sexta-feira, dia 15 de maio, se mantém ou revoga a suspensão de produtos Ypê fabricados em Amparo (interior de São Paulo).
  • A decisão ocorre em reunião extraordinária da Diretoria Colegiada, que deve começar às 9h30.
  • A suspensão já não vale por ter sido alvo de recurso apresentado pela Química Amparo, fabricante da Ypê, mas a Anvisa mantém orientação para não usar os lotes sob suspeita.
  • A agência informou 76 irregularidades e mais de 100 lotes de produtos comprometidos na fábrica.
  • Há preocupação com contaminação microbiológica pela bactéria Pseudomonas aeruginosa, que não deveria estar presente nos produtos.

A Anvisa deve decidir nesta sexta-feira (15/5) se mantém ou suspende novamente os produtos da marca Ypê fabricados em Amparo, interior de São Paulo. O colegiado analisa um recurso apresentado pela Química Amparo, fabricante da Ypê. A suspensão, porém, não está valendo devido ao recurso, segundo a agência.

A análise seria realizada nesta quarta-feira (13/5), em reunião extraordinária, com início às 9h30. A decisão anterior de suspensão foi suspensa temporariamente para que a empresa entregue novos dados e intensifique a fiscalização.

De acordo com a Ypê, o recurso visa esclarecer pontos no Plano de Ação e Conformidade e fornecer subsídios técnicos relacionados a uma resolução publicada recentemente. A empresa informou que manterá a suspensão da produção até a nova avaliação da Anvisa.

A Anvisa já havia determinado o recolhimento e a suspensão de diversos produtos de limpeza da marca. Entre eles estavam detergentes, sabão líquido e desinfetantes, com orientação de não usar lotes cujo final seja 1.

Segundo a agência, a medida foi tomada após identificar falhas na fábrica da Química Amparo, que produz os saneantes. Entre as irregularidades, constam falhas nos sistemas de controle de qualidade e de garantia de produção.

Há preocupação com a possibilidade de contaminação microbiológica, incluindo a bactéria Pseudomonas aeruginosa, que não deveria estar presente nos itens e pode representar risco à saúde.

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