- Maria Alice, four anos, encerrou um ano e cinco meses de tratamento contra meduloblastoma com buzinaço em Belo Horizonte no dia sete de maio.
- A menina, moradora de Ribeirão das Neves, recebeu o diagnóstico após uma tomografia em novembro de dois mil e vinte e quatro e passou por cirurgia logo depois.
- O tratamento envolveu trinta sessões de radioterapia e oito de quimioterapia, com momentos de desidratação e internação para hidratação.
- Ao chegar ao Hospital das Clínicas, a menina tocou o sino da alegria, símbolo do fim do tratamento, e celebra também a expectativa de voltar a ter cabelo crescido.
- O caso reforça a importância do diagnóstico precoce do câncer infantil; o Instituto Nacional de Câncer estima cerca de 7.560 novos casos por ano no Brasil entre dois mil e vinte e seis e dois mil e vinte e oito.
Maria Alice, uma menina de 4 anos de Ribeirão das Neves, celebrou o fim de um tratamento contra um meduloblastoma, tumor cerebral agressivo, em Belo Horizonte. A família organizou um buzinaço pelas avenidas da capital para marcar a conclusão da terapia.
A celebração ocorreu no dia 7 de maio, após um ano e cinco meses de tratamento. A pequena atravessou a cidade em direção ao Hospital das Clínicas, onde tocou o sino da alegria, símbolo do encerramento do tratamento oncológico.
O diagnóstico foi confirmado em novembro de 2024, após uma tomografia realizada após uma queixa de fortes dores de cabeça. Em seguida, Maria Alice passou por cirurgia de alto risco, com avaliação de possíveis sequelas.
Antes da cirurgia, médicos alertaram sobre riscos de perda de movimentos ou necessidade de alimentação por sonda, impactos que foram evitados. A menina seguiu hemodinâmica estável e iniciou uma rotina de radioterapia e quimioterapia.
Ao todo, foram 30 sessões de radioterapia e oito ciclos de quimioterapia. A recuperação trouxe fortes efeitos colaterais, incluindo queda de apetite e internações para hidratação. Os pais relatam momentos de angústia, seguidos de esperança.
Após o fim da quimioterapia, Maria Alice recebe acompanhamento médico mensal. A família mantém a expectativa de monitoramento periódico para detecção de eventual recidiva, comum em casos de tumores cerebrais na infância.
A história ressalta a importância do diagnóstico precoce, com destaque para sinais como dores de cabeça persistentes, alterações de comportamento e vômitos. O INCA estima cerca de 7.560 novos casos de câncer infantil no país entre 2026 e 2028.
A mãe, Jéssica Martins dos Reis, afirma que a filha já demonstra desejo de atuar na medicina para ajudar outras crianças. O caso de Maria Alice também inspira comunidades a acompanhar e apoiar pacientes em tratamento oncológico infantil.
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