- Novo documentário sobre o caso Pico dos Marins chega ao Globoplay, ampliando a investigação iniciada pelo podcast homônimo lançado em 2022.
- Marco Aurélio Bezerra Simon, então com quinze anos, desapareceu em 8 de junho de 1985, durante subida ao Pico dos Marins, levando a família a buscar respostas por décadas.
- As novas investigações incluem escavações realizadas em novembro do ano passado e o uso de drones sensoriais para detectar possíveis vestígios sem novas escavações.
- A série audiovisual traz entrevistas inéditas, inclusive com a mãe de Marco Aurélio, Neuma, e com o escoteiro Osvaldo, além de dados obtidos na casa da família.
- O objetivo é mostrar os desdobramentos recentes, incluindo como a Polícia Científica do Estado de São Paulo avança nas perícias e nas hipóteses consideradas pela família e pela equipe.
Marco Aurélio Bezerra Simon desapareceu em 8 de junho de 1985, aos 15 anos, durante uma subida ao Pico dos Marins, em Piquete, SP. Quatro décadas se passaram sem pistas conclusivas, mantendo aceso o esforço da família por respostas.
Agora, o documentário chega ao Globoplay para ampliar a investigação do podcast homônimo. A série traz novas entrevistas, desdobramentos das escavações realizadas em novembro do ano passado e relatos de quem acompanhou o caso desde a época.
A produção acompanha o avanço das investigações com tecnologia recente, incluindo drones sensoriais usados pela Polícia Científica de São Paulo. Ao lado disso, novas evidências vêm à tona, ampliando o material já conhecido pelo público.
Novidades da série e desdobramentos
Marcelo Mesquita, criador do podcast e da série, relata que o projeto ganhou fôlego ao encontrar material antigo na casa da família. Entre eles, fitas de entrevistas da mãe de Marco Aurélio, Neuma, gravadas antes de seu falecimento em 2015, que ganham nova leitura na série.
O roteiro audiovisual também revela o acompanhamento das novas escavações, que buscam confirmar ou refutar hipóteses anteriores. A equipe acompanha o trabalho dos peritos e a evolução do inquérito, aberto desde 2021, sem afastar a possibilidade de localizar o garoto com vida.
A série evidencia a participação da família Simon, especialmente do pai Ivo, que mobilizou contatos e abriu espaço para que o caso seguisse ativo publicamente. A proposta é manter o público informado sobre os avanços e sobre o andamento das investigações.
Acervo familiar e tecnologia de escavação
Entre as novidades está o material de Neuma, que oferece depoimentos de familiares próximos e aponta trechos relevantes para as investigações atuais. A produção descreve como as declarações anteriores ajudam a entender o contexto do entorno do Pico dos Marins.
Os documentários também destacam o uso de drones sensoriais, capazes de detectar vestígios enterrados sem escavar. Segundo a produção, essa tecnologia pode contribuir para o andamento do inquérito e de futuras buscas.
Ao lado das novas imagens, a série revisita o cenário de 1985, buscando entender as escolhas do grupo de escoteiros e do monitor Marco Aurélio. O objetivo é apresentar um panorama mais completo do desaparecimento e das tentativas de localização.
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