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Repórter do SBT é atropelada por viatura da PM durante entrada ao vivo

Repórter do SBT é atropelada por viatura da PM durante entrada ao vivo em São Gonçalo; passa bem, episódio eleva debate sobre segurança de imprensa

Foto: Mais Novela
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  • Repórter Júlia Cabrero, do SBT Rio, foi atropelada por uma viatura da Polícia Militar durante entrada ao vivo em frente à 74ª DP, em Alcântara, São Gonçalo.
  • Ela cobrava desdobramentos da prisão de um suspeito de assassinato de uma vizinha quando a viatura, que fazia marcha à ré, a atingiu, provocando a queda.
  • A âncora Isabele Benito reagiu com alarme no estúdio ao perceber o acidente e questionou se Júlia estava bem.
  • Júlia Cabrero não sofreu ferimentos graves e informou, após o susto, que passa bem.
  • O incidente reacende o debate sobre a segurança de profissionais de imprensa durante coberturas policiais.

Um repórter do SBT Rio foi atingido por uma viatura da Polícia Militar durante uma entrada ao vivo nesta quinta-feira, 14 de maio, em Alcântara, São Gonçalo. O acidente ocorreu em frente à 74ª DP, enquanto a jornalista cobria informações sobre a prisão de um suspeito de homicídio.

Na transmissão, a viatura realizava uma manobra de marcha à ré ao fundo e acabou atingindo a profissional, que caiu. A cena provocou preocupação entre a apresentadora no estúdio, que pediu confirmação da integridade física da colega.

Júlia Cabrero recebeu atendimento imediato e não teve ferimentos graves, informaram os veículos envolvidos. A repórter manteve contato com o estúdio e confirmou que está bem após o choque. A equipe discute medidas de segurança para cobranças em locais com movimentação policial.

Estado de saúde e próximos passos

A assessoria do SBT Rio informou que Cabrero segue estável e sem necessidade de encaminhamento médico. A direção do telejornal reforça a importância da utilização de zonas seguras em coberturas com operações policiais. O ocorrido também é tema de avaliação interna sobre protocolos de transmissão ao vivo na rua.

Contexto da cobertura

A reportagem acompanhava os desdobramentos da prisão do suspeito e a expectativa de audiência sobre o caso. Profissionais de imprensa costumam atuar em áreas próximas a ações policiais, o que demanda atenção especial a riscos de colisões e manobras de veículos de serviço.

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