- Sabesp rompeu uma tubulação da Comgás na rua Senador Amaral Furlan, em Itaquera, zona leste de São Paulo, provocando vazamento de gás na quinta-feira, 14, três dias após a explosão no Jaguaré.
- Moradores relataram susto e receio de novo acidente, com cheiro de gás no local.
- A Sabesp informou que a intervenção ocorreu com compartilhamento prévio de informações técnicas entre concessionárias e que o reparo foi concluído por volta das 15h30.
- A Comgás disse que acompanha obras de terceiros e que recebeu o chamado às 13h38, chegou às 14h e eliminou o vazamento, sem risco aos moradores.
- A Sabesp anunciou a paralisação temporária de obras em locais públicos com interferência direta em redes de gás por quinze dias, com possibilidade de prorrogação se necessário.
A Sabesp rompeu uma tubulação da Comgás na região leste de São Paulo, provocando vazamento de gás na rua Senador Amaral Furlan, no bairro Parada XV de Novembro, em Itaquera. A intervenção ocorreu nesta quinta-feira, 14, três dias após a explosão no Jaguaré, na zona oeste, que deixou dois mortos. A obra estava em área compartilhada com rede de gás.
Moradores relataram cheiro forte de gás e sensação de insegurança com a possibilidade de novo acidente. Vizinhos lembraram que a equipe não teria informado a comunidade de imediato sobre o incidente, gerando pânico entre clientes de salão na via.
A Sabesp informou que o vazamento ocorreu durante uma intervenção com compartilhamento prévio de informações técnicas entre concessionárias antes da escavação. O gás foi combatido pela Comgás, que afirmou ter recebido o chamado às 13h38 e chegado ao local às 14h, encerrando o vazamento após avaliação técnica de risco.
Segundo a estatal, o reparo da tubulação foi concluído por volta das 15h30. A Comgás confirmou o atendimento emergencial e que não houve risco aos moradores após o controle da situação.
Sabesp paralisa obras com redes de gás
A Sabesp anunciou a suspensão temporária de todas as obras em locais públicos com interferência direta nas redes do sistema de gás. O prazo inicial é de 15 dias, mas pode ser prorrogado conforme necessidade.
A medida busca reforçar a segurança operacional, revisar procedimentos técnicos e fluxos de atuação, e definir novas medidas de controle e mitigação de riscos. A comunicação sobre as mudanças ficará a cargo da própria concessionária.
Em nota, a empresa ressaltou que a decisão é preventiva e visa evitar incidentes similares, especialmente em áreas com infraestrutura compartilhada. As operações seguem avaliadas pela Sabesp com foco na segurança de moradores e trabalhador.
Entre na conversa da comunidade