- Walison Ascanio Tito, 31, foi preso em Goiânia e confessou ter asfixiado o estudante Luciano Milo de Carvalho, 27, com cabo de carregador.
- Segundo a polícia, vítima e suspeito não se conheciam; eles beberam juntos e foram para o apartamento da vítima, onde ocorreu o crime sem motivação patrimonial.
- O suspeito disse ter levado notebook e calçado da vítima para deixar o local sem chamar atenção, pois usava tornozeleira eletrônica; o notebook foi vendido em troca de drogas.
- No apartamento, outros itens de valor permaneceram, o que sugere que o crime não foi apenas furto; a tornozeleira perdeu a bateria e foi descartada em local não informado.
- O suspeito será encaminhado ao Instituto Médico Legal para coleta de material genético; há imagens de videomonitoramento e da distribuidora de bebidas, com laudos ainda pendentes para concluir o caso.
Walison Ascanio Tito, de 31 anos, foi preso na quarta-feira (13/5) em Goiânia sob suspeita de matar o estudante Luciano Milo de Carvalho, de 27 anos. O suspeito afirmou ter assassinado a vítima asfixiando com um cabo de carregador. A informação foi divulgada pelo delegado Danilo Wendel, do Grupo de Investigação de Homicídios, em coletiva de imprensa.
Segundo o delegado, não há relação prévia entre vítima e suspeito. Walison teria abordado Luciano, que dirigia seu veículo, e o convidou para consumir bebida alcoólica. O grupo segue até uma distribuidora e, depois, para o apartamento da vítima.
A prisão ocorreu três dias após o corpo ser encontrado no imóvel, no Cidade Jardim, em Goiânia. A investigação aponta que o crime não foi motivado por roubo; o suspeito confessou ter levado notebook e calçados para evitar chamar atenção, já que usava tornozeleira eletrônica. O notebook foi vendido, supostamente em troca de drogas.
Avanços da investigação
Ao chegar ao apartamento, a bateria da tornozeleira eletrônica de Walison teria acabado; ele desmontou o equipamento e descartou a peça em local não informado. A polícia encaminhará Walison ao Instituto Médico Legal para coleta de material genético. As diligências contemplam imagens de videomonitoramento e da distribuidora de bebidas, além de laudos técnicos em andamento.
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