Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Juiz autoriza reabertura de academia onde professora morreu na piscina em SP

Justiça autoriza reabertura parcial da academia em São Paulo apenas das áreas secas; piscina permanece fechada durante apuração

Fachada da academia na zona leste de São Paulo onde professora morreu após aula de natação
0:00
Carregando...
0:00
  • decisão liminar da 16ª Vara da Fazenda Pública de são paulo autorizou a reabertura da academia C4 GYM, na zona leste, apenas das áreas secas; a piscina continua interditada.
  • juiz marcio ferraz nunes autorizou a imediata reabertura e funcionamento das áreas secas, mantendo a piscina fechada por incidente pendente de apuração.
  • a academia informou que já havia apresentado pedido de regularização à prefeitura, o que não deve gerar sanções pela ausência de licença durante o andamento do processo.
  • Juliana Faustino Bassetto, 27 anos, morreu após aula de natação; o marido, Vinicius Oliveira, 31, ficou internado em estado grave e teve alta posteriormente; ambos estavam na C4 GYM quando houve irregularidades na água.
  • a Polícia Civil investiga o caso como homicídio doloso; três sócios da academia foram indiciados por homicídio com dolo eventual; o Ministério Público pediu prisão temporária, que foi negada pela Justiça.

Uma decisão liminar autorizou a reabertura da academia C4 GYM, na zona leste de São Paulo, onde a professora Juliana Faustino Bassetto morreu após uma aula de natação. A piscina permanece fechada, mas as áreas secas podem voltar a funcionar.

A decisão é da 16ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, presidida pelo juiz Marcio Ferraz Nunes. Ele autorizou a imediata reabertura das áreas secas do estabelecimento, mantendo a interdição da piscina devido a um incidente anterior ainda em apuração.

A academia informou, em nota, que a unidade Parque São Lucas está liberada apenas para funcionamento das áreas secas, com a piscina mantendo o veto temporário.

O caso

Juliana e o marido, Vinicius Oliveira, 31, participavam de uma aula de natação quando perceberam que a água apresentava gosto e aspecto estranhos. Pouco depois, ambos se sentiram mal e contataram o instrutor. O casal seguiu para o Hospital Santa Helena, em Santo André, no ABC paulista.

Juliana teve piora rápida e sofreu uma parada cardíaca, vindo a falecer. Vinicius ficou internado em estado grave e teve alta no dia 15 de fevereiro. Outras pessoas presentes também foram avaliadas pela equipe médica.

A Polícia Civil investiga o caso como homicídio doloso. Os três sócios da academia foram indiciados pela autoridade policial pela prática de homicídio com dolo eventual, ou seja, ao assumir o risco de causar a morte.

O Ministério Público chegou a requisitar a prisão temporária dos sócios, mas a Justiça negou o pedido. A apuração continua para esclarecer as circunstâncias da morte de Juliana e os relatos de intoxicação na piscina.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais