- Pirenópolis, em Goiás, foi fundada em sete de outubro de mil setecentos e vinte e sete por bandeirantes, após a descoberta de ouro no Rio das Almas.
- A mineração levou à ocupação de áreas com mais de oitenta cachoeiras, e a cidade mantém um dos conjuntos históricos mais conhecidos do Centro-Oeste; a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário foi tombada pelo IPHAN em mil nove duzentos e quarenta e um.
- O Museu das Lavras de Ouro preserva ruínas de garimpos, canais de lavagem de ouro (pedra) e ferramentas originais do século XVIII.
- O ecoturismo é destaque, com cachoeiras como Rosário, Abade e Santa Maria, além do Parque Estadual da Serra dos Pireneus; o Pico dos Pireneus fica a cerca de mil e trezentos metros de altitude.
- O município recebe cerca de um milhão e trezentos mil visitantes por ano; cresce a demanda, e há cobrança por planejamento integrado para manter a qualidade do atendimento.
Pirenópolis, cidade histórica de Goiás fundada em 1727, guarda ruínas do ciclo do ouro e um conjunto histórico do Centro-Oeste. A Aldeia surgiu após garimpeiros encontrarem ouro às margens do Rio das Almas. O ouro impulsionou a ocupação da região.
O garimpo se tornou polo de mineração e de acampamento de garimpeiros nas proximidades, onde existem mais de 80 cachoeiras. Sítios arqueológicos e caminhos coloniais preservam a memória dessa atividade.
A Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário, tombada pelo Iphan em 1941, permanece como marco da era do ouro. O Museu das Lavras de Ouro, em uma fazenda centenária, preserva ruínas, canais de lavagem e ferramentas do século XVIII.
Patrimônio histórico e ecoturismo
Pirenópolis também é referência pelo ecoturismo, com mais de 80 cachoeiras em áreas públicas e privadas. Entre atrações estão a Cachoeira do Rosário, a Cachoeira do Abade, a Cachoeira Santa Maria e o Parque Estadual da Serra dos Pireneus.
Segundo o guia André Castro, o turismo de natureza é o principal atrativo. A cidade oferece experiências gastronômicas, fazendas com trilhas e cachoeiras, além de roteiros de vinícolas e casarões históricos.
A Cachoeira do Rosário tem queda de 42 metros e acesso considerado fácil, com piscina natural valorizando a visita. Outros atrativos oferecem trilhas que variam de 1,2 a 4,5 quilômetros, conforme o percurso escolhido.
Desafios de expansão turística
O setor vem crescendo rápido e a prefeitura estima cerca de 1,3 milhão de visitantes por ano. A associação de atrativos alerta para a capacidade de atendimento e a necessidade de planejamento integrado entre setores.
Autoridades defendem atuação conjunta entre atrativos, comércio e poder público para manter qualidade de atendimento. A ideia é estruturar o crescimento sem prejudicar a experiência do visitante.
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