- O Comandante Felipe, piloto da Polícia Civil do Rio de Janeiro, morreu neste domingo, 17 de maio, após ficar mais de sete meses internado.
- Ele foi atingido no pescoço durante operação aérea na Vila Aliança, Zona Oeste do Rio, em 20 de março de 2025, a bordo de helicóptero do Serviço Aeropolicial da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core).
- O estado de saúde se agravou após uma cirurgia para colocar prótese craniana, realizada em 20 de abril, levando a complicações como infecção e longa internação.
- A família informou que a situação era grave e que Felipe permaneceu em coma por longo período, com várias neurocirurgias realizadas pela equipe médica.
- No ataque, o copiloto do helicóptero também foi ferido; investigações identificaram suspeitos, com um preso em maio e outros ainda foragidos.
O policial Felipe Marques Monteiro, conhecido como comandante Felipe, morreu neste domingo, 17 de maio, após mais de sete meses de internação. O piloto, da Polícia Civil do Rio, foi baleado no pescoço durante uma operação na Vila Aliança, Zona Oeste do Rio, em março de 2025. A aeronave era do Serviço Aeropolicial da Core.
Felipe recebia tratamento desde o ataque, que ocorreu durante sobrevoo em ação policial. O disparo atingiu o pescoço do piloto e o copiloto foi ferido na testa, em uma mesma abordagem criminosa. Ambos eram parte de uma operação de alto risco.
O estado de saúde de Felipe se agravou recentemente após uma cirurgia para colocação de uma prótese craniana, realizada no dia 20 de abril. No fim de semana, a família informou que o quadro evoluiu para infecção e piora clínica.
O hospital informou que Felipe permaneceu em cuidados intensivos por meses, com várias neurocirurgias e procedimentos. A equipe médica destacou o comprometimento da calota craniana e períodos prolongados de coma.
Sobre o atentado
As investigações identificaram suspeitos envolvidos no ataque. Um suspeito foi preso em maio, enquanto outros participantes seguem foragidos. O episódio mobilizou operações de segurança na região.
Felipe Monteiro era reconhecido pelo trabalho no policiamento aéreo, atuando em áreas de conflito e em ações estratégicas da corporação. A atividade exigia preparo técnico e constante vigilância durante os sobrevoos.
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