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Exame toxicológico desempenha papel fundamental no Maio Amarelo

Ampliação do exame toxicológico para condutores iniciantes amplia controle, reforça prevenção e busca reduzir sinistros nas vias, em linha com o Maio Amarelo

Foto: Freepik / DINO
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  • Maio Amarelo 2024 destaca que, no Brasil, foram registradas setenta e sete mil? [Oops] Wait, need correct: 37.150 mortes em 2024, equivalente a uma vida perdida a cada quinze minutos, segundo o ONSV.
  • Tema deste ano é “No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas”, enfatizando responsabilidade coletiva e ações de prevenção nas vias.
  • Exame toxicológico para motoristas ganhou relevância pública, previsto pela Lei nº 13.103/2015 e ampliado para incluir condutores das categorias A e B na primeira habilitação.
  • Dados da PRF apontam queda de acidentes: caminhões caíram 34% e ônibus 45% entre 2015 e 2017 após a adoção do exame; em 2019 houve redução de cerca de 60% no uso de substâncias psicoativas entre motoristas profissionais.
  • Entre sete anos, o exame toxicológico registrou 188.873 resultados positivos para substâncias, destacando cocaína; o movimento reforça a importância de fiscalização, educação e políticas públicas para reduzir acidentes.

Em 2024, o Brasil registrou 37.150 mortes no trânsito, uma vítima a cada 15 minutos. A campanha Maio Amarelo traz o tema No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas, enfatizando a responsabilidade coletiva na prevenção de acidentes.

Criada em 2014, a mobilização busca reduzir sinistros e mortes nas vias. O objetivo é promover ações contínuas de segurança, já que milhões de brasileiros convivem diariamente com ruas, avenidas e rodovias.

A atuação do Exame Toxicológico ganhou destaque no Maio Amarelo, com foco na prevenção por meio de fiscalização e normas. A medida faz parte da legislação brasileira para motoristas e visa detectar uso de substâncias que comprometem a condução.

O exame passou a abranger, inicialmente, condutores das categorias C, D e E e, mais recentemente, foi ampliado para condutores de categorias A e B que iniciam a primeira habilitação. A ampliação amplia o monitoramento desde o início da vida no trânsito.

Dados da Polícia Rodoviária Federal indicam queda de 34% nos acidentes envolvendo caminhões e 45% envolvendo ônibus nas rodovias federais após a implementação do exame para determinadas categorias, entre 2015 e 2017. Em 2019, houve redução de 60% no uso de substâncias psicoativas entre motoristas profissionais.

A Lei Seca, em vigor, identificou quase 30 mil motoristas profissionais por consumo de álcool. Ao longo de sete anos, o exame toxicológico apontou 188.873 resultados positivos para substâncias psicoativas, com cocaína entre as mais detectadas. Esses números mostram o alcance do controle nas vias.

Para a LABEST, empresa especializada em exames toxicológicos, a ampliação do exame para novas categorias representa avanço na segurança pública. O CEO destaca que o instrumento ajuda a prevenir condutas de risco ao identificar uso de substâncias que comprometem a condução.

A diretora de marketing da LABEST reforça a relação entre a campanha Maio Amarelo e as políticas públicas existentes. Ela afirma que o exame toxicológico complementa o movimento de conscientização ao oferecer um mecanismo de controle de riscos no trânsito.

No contexto das rodovias federais, a preocupação com acidentes permanece alta, especialmente devido ao número de vítimas fatais e feridos graves. A LABEST aponta que a redução de acidentes depende de somar fiscalização, educação e adesão a políticas públicas.

A empresa ressalta que a redução de ocorrências depende de ações conjuntas: atitudes individuais, como cumprir leis e manter o veículo, associadas a instrumentos de controle, como o exame toxicológico. Essas medidas visam preservar vidas no trânsito.

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