- A Receita Federal interditou temporariamente dois shoppings da região do Brás, em São Paulo, por pelo menos duas semanas para fiscalização de mercadorias irregulares.
- A ação foca em itens ligados à Copa do Mundo, como camisas e réplicas de uniformes, além de produtos proibidos como cigarros eletrônicos e eletrônicos que teriam entrado irregularmente.
- Lojistas com nota fiscal regular terão os itens liberados; mercadorias sem comprovação fiscal podem ser apreendidas, e os comerciantes podem apresentar documentação posteriormente para tentar reaver os itens.
- A Associação de Lojistas do Brás informou que a grande quantidade de camisas de futebol na região pode ter motivado a operação; acessos foram bloqueados e trabalhadores ficaram do lado de fora.
- A Receita solicitou balanço e detalhes da operação, sem retorno até o momento; responsáveis pelos estabelecimentos ainda não foram localizados para comentários.
Uma megaoperação da Receita Federal interditou, na manhã desta segunda-feira, 18, dois shoppings populares no Brás, Centro de São Paulo. Os centros comerciais, que somam cerca de duas mil lojas, devem ficar fechados por pelo menos duas semanas para fiscalização de mercadorias irregulares.
A ação foca principalmente itens ligados à Copa do Mundo, como camisetas e réplicas de uniformes, além de produtos proibidos como cigarros eletrônicos e eletrônicos cuja entrada no país é questionada. A operação busca, ainda, mercadorias sem comprovação fiscal.
Segundo a auditora fiscal Fernanda Avendanha, mercadorias com nota fiscal regular podem ser liberadas; itens sem documentação poderão ser apreendidos. Comerciantes podem apresentar documentação posteriormente para reaver itens recolhidos.
A Associação de Lojistas do Brás (Alobrás) informou que a grande quantidade de camisas de futebol comercializadas na região motivou a operação. Funcionários chegaram para trabalhar e encontraram os acessos bloqueados, permanecendo do lado de fora.
A operação transcorreu de forma pacífica, mesmo com movimento intenso no início. A Receita Federal não havia divulgado balanço oficial até o momento. Os responsáveis pelos shoppings ainda não foram localizados para comentário.
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