- A Polícia Civil investiga o atropelamento que matou Mariana Tanaka Abdul Hak, de 20 anos, em Ipanema, na zona sul do Rio de Janeiro.
- Mariana era filha de diplomatas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e havia acabado de chegar à cidade para trabalhar em uma multinacional de cosméticos.
- A mãe de Mariana ficou ferida no acidente e já recebeu alta; um homem que estava no local também se feriu.
- Segundo a TV Globo, uma van de entregas desviou de um ciclista, perdeu o controle e invadiu a calçada na esquina das ruas Vinicius de Moraes e Visconde de Pirajá.
- O veículo foi apreendido e o caso é apurado pela 14ª DP (Leblon). O velório e o enterro de Mariana estão marcados para esta quinta-feira, 21, em São Paulo.
O atropelamento que vitimou Mariana Tanaka Abdul Hak, de 20 anos, ocorreu em Ipanema, Zona Sul do Rio, no domingo 17. Ela havia acabado de chegar à cidade para morar e iniciar um trabalho numa multinacional de cosméticos. O acidente ainda deixou a mãe da vítima ferida.
Segundo informações da Polícia Civil, o motorista da van de entregas perdeu o controle ao tentar evitar um ciclista e invadiu a calçada na esquina das ruas Vinicius de Moraes e Visconde de Pirajá. Mariana morreu após sofrer traumatismo craniano.
A mãe de Mariana, Ana Patrícia Neves Abdul Hak, também foi atingida e recebeu atendimento médico; já teve alta. Um homem que estava no local também ficou ferido. A van foi apreendida pela polícia.
Envolvidos e investigação
A jovem era filha do diplomata Ibrahim Abdul Hak Neto, assessor especial da Presidência para temas de paz e segurança, e de Ana Patrícia Neves Abdul Hak. O caso é investigado pela 14ª DP (Leblon).
Ao Terra, a Polícia Civil informou que as perícias devem apontar causas do acidente e indicar responsabilidades. O veículo permanece sob análise.
Desdobramentos
O velório e o enterro de Mariana devem ocorrer nesta quinta-feira, 21, em São Paulo. A polícia não divulgou prazos para conclusão das investigações.
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