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Operação mira grupo que movimentou R$ 338 milhões em lavagem de dinheiro

Operação no Rio mira grupo que movimentou mais de R$ 338 milhões em lavagem de dinheiro; buscas investigam estrutura com seis núcleos e cerca de 25 suspeitos

Grupo teria movimentado, entre 2017 e 2022, mais de R$ 338 milhões
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  • A Polícia Civil do Rio deflagrou a Operação Tarja Oculta, que mira organização suspeita de ter movimentado mais de R$ 338 milhões entre 2017 e 2022 com lavagem de dinheiro e clonagem de cartões.
  • Mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em endereços nas zonas Oeste e Norte do Rio; cerca de 25 suspeitos foram identificados.
  • A organização atuava de forma estruturada em seis núcleos, usando empresas de fachada, laranjas, contas de passagem e saques fracionados para dificultar o rastreamento.
  • as investigações começaram em 2022 após uma instituição financeira reportar movimentações atípicas; um alvo chegou a tentar sacar R$ 1 milhão em espécie, o que deu início ao trabalho de inteligência.
  • A ação é conduzida pela Delegacia de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (DCC-LD) com apoio da Core, do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE), do Departamento-Geral de Polícia da Capital (DGPC) e do Departamento-Geral de Polícia da Baixada (DGPB); diligências seguem para esclarecer a estrutura financeira e a destinação dos ativos ilícitos.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou, nesta quarta-feira, 20 de maio de 2026, a Operação Tarja Oculta. A ação mira uma organização criminosa suspeita de movimentar mais de R$ 338 milhões por meio de lavagem de dinheiro e clonagem de cartões entre 2017 e 2022. Os alvos estão em endereços das zonas Oeste e Norte da cidade. Ao menos 25 pessoas seriam integrantes do grupo.

Mandados de busca e apreensão são cumpridos em imóveis ligados aos investigados. Em diferentes endereços, policiais apreenderam quantias significativas em dinheiro. A operação é realizada pela DCC-LD, com apoio de diversas áreas da Polícia Civil.

Investigação aponta organização estruturada, com seis núcleos funcionais. Os responsáveis teriam utilizado empresas de fachada, laranjas, contas de passagem e saques fracionados para fragmentar valores e evitar rastreamento, segundo apurações da polícia.

O início das apurações ocorreu em 2022, após uma instituição financeira comunicar movimentações atípicas de uma conta. Na época, um dos alvos tentou sacar R$ 1 milhão em espécie, o que desencadeou o trabalho de inteligência.

Estimativas indicam atuação por cerca de cinco anos, envolvendo lavagem de dinheiro, clonagem de cartões e outros delitos. A complexa estrutura permitia a movimentação de recursos que superaram centenas de milhões de reais no período.

As diligências continuam para esclarecer a estrutura financeira, individualizar condutas dos investigados e rastrear a destinação dos ativos ilícitos. A ação conta com participação de equipes da Core, DGPE, DGPC e DGPB.

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