- Demi Moore chamou atenção no Cannes aos 63 anos, reacendendo o debate sobre magreza extrema.
- Especialistas alertam que, na meia-idade, perder peso demais pode trazer riscos à saúde, além de questões estéticas.
- Entre os principais problemas estão diminuição de massa muscular, fraqueza e perda de massa óssea com risco de osteoporose.
- Também há alterações hormonais, ressecamento da pele, flacidez, queda de cabelo e possíveis alterações cardíacas, como bradicardia ou arritmias.
- Na menopausa, a preocupação é manter força e saúde metabólica, visando qualidade de vida com mobilidade e autonomia.
Demi Moore voltou aos holofotes no Festival de Cannes, aos 63 anos, gerando debate sobre magreza extrema e saúde na meia-idade. A repercussão envolve críticas à estética de Hollywood e reflexões sobre o impacto de padrões de beleza na saúde das mulheres após os 40 anos.
Especialistas destacam que a magreza extrema vai além da aparência e acende alerta para a saúde. Em especial durante a menopausa, a perda acentuada de peso pode reduzir massa muscular, prejudicar ossos e alterar hormônios, aumentando riscos como osteopenia e osteoporose.
Riscos e impactos à saúde: queda de força muscular, fraqueza, ressecamento de pele, flacidez, queda de cabelo e alterações cardíacas, como bradicardia ou arritmias. A combinação de envelhecimento, menor massa muscular e alterações hormonais agrava esses efeitos.
Entre pesquisadores, o endocrinologista Alexandre Hohl orienta cautela: extremos não são saudáveis e devem ser evitados. Ele ressalta que não basta atribuir a influência apenas de medicamentos injetáveis para perda de peso na tendência atual; o fenômeno envolve pressão estética, redes sociais e indústria de beleza.
Na menopausa, a prioridade é manter músculos fortes e função metabólica estável. O foco é saúde, mobilidade e autonomia, não apenas estética. A discussão envolve como padrões de beleza influenciam decisões de saúde e qualidade de vida na metade da vida.
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