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Hóspede da Carnival processa após scooter de mobilidade tombar na passarela

Mulher da Alabama processa a Carnival Cruise Line após scooter de mobilidade tombar no desembarque, alegando falta de sinalização e assistência adequada

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  • Uma residente do Alabama processa a Carnival Cruise Line após a queda de um scooter de mobilidade durante a desembarque do navio Carnival Valor em janeiro de 2025.
  • A piloto alegou que teve de fazer uma curva de quase noventa graus na passarela devido a proximidade de corrimões, o que destabilizou o veículo.
  • O scooter foi fornecido por um fornecedor terceirizado e o processo cita que não houve avisos, barreiras ou assistência da tripulação durante o desembarque.
  • O relatório aponta que o fluxo de pedestres na passarela reduziu a visibilidade de possíveis perigos e que não houve medidas especiais para auxiliar a passageira com mobilidade reduzida.
  • A ação afirma negligência por parte da Carnival e busca indenização e júri para decidir o caso.

Uma turista da Alabama entrou com uma ação contra a Carnival Cruise Line após sofrer ferimentos durante o desembarque de um cruzeiro. A ação envolve a Cruise Valor, em janeiro de 2025, durante a saída do navio. A queixa alega que estancos montados pela tripulação obrigaram uma manobra de quase 90 graus no guia de circulação da passarela, provocando a queda de uma scooter de mobilidade.

A autora, Etta Brock, alugou a scooter por meio do site da Carnival e afirma que a inclinação e a diferença de altura do degrau criaram um risco de tombamento. Segundo o processo, a manobra abrupta ocorreu ao tentar contornar os obstáculos na passagem.

A ação sustenta que o equipamento era fornecido por um vendedor terceirizado e que não houve avisos, barreiras ou sinalização sobre o obstáculo. Também não houve acompanhamento de tripulação para auxiliar passageiros com mobilidade reduzida.

Detalhes da ação

A empresa não respondeu de imediato ao pedido de comentário. O advogado de Brock afirma que o incidente poderia ter sido evitado com medidas de segurança adequadas e que a ação busca responsabilizar a Carnival pelos danos.

A ação alega negligência por parte da Carnival e solicita indenização por danos e julgamento por júri. Brock afirma ter registrado despesas médicas, desfiguração e abalo emocional como consequências da queda.

Contexto e objetivo da ação

O processo aponta falhas de comunicação e de procedimentos de desembarque para passageiros com mobilidade reduzida. A reportagem é baseada em informações de USA TODAY e na documentação apresentada na ação judicial.

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