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Infarto placentário: influenciadora relata nascimento do filho sem vida

Influenciadora Cearense revela que filho nasceu sem vida; médicos avaliam infarto placentário ligado a trombofilia não diagnosticada, risco de recorrência

Lulu descobriu que o filho não havia sobrevivido no parto — Foto: Reprodução/Instagram
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  • A influenciadora Lulu Ty, de Fortaleza, revelou que descobriu após o parto que o filho nasceu morto, com 38 semanas de gestação.
  • Os médicos suspeitam de infarto placentário, que interrompe o fluxo sanguíneo na placenta e atrasa o oxigênio para o bebê; pode ter relação com trombofilia não diagnosticada.
  • Lulu publicou uma carta para o pequeno Leo no Instagram, compartilhando o momento difícil.
  • Ela disse que, no hospital, foram feitos exames, mas não houve ultrassom ou cardiotoco para avaliar o bebê antes do parto.
  • A trombofilia é uma tendência ao sangue grosso; se persistir, pode acontecer em gestações futuras, e a prevenção envolve exames, tratamento e acompanhamento médico.

A influenciadora Lulu Ty, de Fortaleza, Ceará, revelou que o filho nasceu sem vida após o parto, aos 38 semanas de gestação. A informação foi compartilhada em um relato emocionante nas redes, no fim da semana passada. Médicos ouvidos pela família levantaram a hipótese de infarto placentário como possível causa.

A mãe descreveu que, durante a gestação, houve acompanhamento regular e o bebê parecia saudável em consultas próximas ao parto. Ela afirma que, ao chegar ao hospital, foi submetida a exames, mas não houve avaliação do bebê antes do parto, o que gerou sensação de tristeza entre a família.

Os médicos suspeitam de infarto placentário, uma condição que interrompe o fluxo sanguíneo na placenta e impede o fornecimento de oxigênio ao feto. A possível trombofilia não diagnosticada é apontada como fator contributivo.

A trombofilia envolve uma tendência à coagulação excessiva do sangue, podendo ser hereditária ou adquirida. Quando associada a complicações da gravidez, pode levar a perdas fetais ou a restrições no crescimento do bebê, e requer acompanhamento de equipes de gestação de alto risco.

Para a prevenção, especialistas recomendam identificar trombofilia antes ou durante a gravidez e adotar medidas como repouso, uso de meias de compressão, atividade física moderada e, em alguns casos, uso de anticoagulantes sob supervisão médica.

Entre os profissionais ouvidos pela reportagem, estão ginecologistas e hematologistas que ressaltam a importância de diagnóstico precoce e de um acompanhamento multidisciplinar para gestantes com risco de trombose na placenta. A condição pode se repetir em gestações futuras, dependendo da causa identificada.

A família de Lulu Ty afirma buscar apoio médico e psicológico para lidar com a perda. O caso ressalta a necessidade de investigação cuidadosa de complicações obstétricas e de informações claras para gestantes em situações de alto risco.

Fontes: especialistas em ginecologia, obstetrícia e hematologia.

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