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Mulher chicoteada em bar de Santa Luzia diz que ele disse que podia matá-la

Propietário do bar em Santa Luzia continua foragido após agredir com chicotadas, deixando vítima ferida e em risco, enquanto a polícia investiga o caso

Mulher é chicoteada por homem na porta de bar em Santa Luzia, na Grande BH
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  • Natália, de 30 anos, foi agredida com chicotadas na porta de um bar em Santa Luzia, Região Metropolitana de Belo Horizonte.
  • O ataque começou dentro do bar, quando a vítima questionou o desaparecimento de sua bolsa e celular; depois saiu para a rua, onde foi novamente agredida com o chicote.
  • A vítima relatou que o dono do estabelecimento, suspeito e foragido, chegou a dizer que poderia matá-la.
  • Natália recebeu atendimento na UPA São Benedito, mas precisou voltar para casa, sem pertences e com dificuldades para conseguir passagem, temendo pela segurança.
  • A Polícia Civil já identificou o suspeito, que permanece foragido, e o bar segue fechado após a repercussão do caso. A filha da vítima testemunhou parte do ocorrido.

Uma mulher de 30 anos foi agredida com chicotadas na porta de um bar em Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte. O ataque ocorreu na Praça Savacinha, diante de testemunhas, e o proprietário do bar é apontado como suspeito, que ainda está foragido. A agressão ocorreu durante o dia e provocou revolta nas redes sociais.

A vítima, identificada como Natália, contou que frequentava o bar há anos e que o episódio começou após perceber o sumiço da bolsa e do celular. Ao questionar o dono sobre os pertences, ela afirma ter sido puxada pelo pescoço dentro do local.

Após sair para a calçada, o suspeito teria continuado a agressão, utilizando um chicote diante de várias pessoas. Natália relata que o homem chegou a dizer que poderia matá-la durante o ataque.

Imagens compartilhadas mostram o momento das diversas agressões. Testemunhas disseram que ninguém intercedeu. A repercussão ganhou força na internet e entre quem acompanhou o vídeo.

A vítima recebeu atendimento na UPA São Benedito, mas relatou dificuldades para retornar para casa, sem bolsa, celular, documentos ou a chave do imóvel. Ela precisou pegar um ônibus, ainda ferida, e encontrou resistência de fiscais ao tentar entrar.

Natália afirmou residir em área rural e ter medo, pois o suspeito continua foragido. A filha pequena, que presenciou parte do ocorrido, também ficou abalada. A mãe solo pediu proteção para ela e descreveu o trauma vivido.

Segundo a vítima, o relacionamento com o suspeito era apenas de convivência no bar, sem outros vínculos. A Polícia Civil informou que o caso está em investigação, que o suspeito já foi identificado e continua não localizado.

Investigação e situação do bar

O bar permaneceu fechado após a repercussão do caso, conforme relato de autoridades. A polícia busca esclarecer a motivação do ataque e localizar o responsável, para adoção das medidas legais cabíveis.

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