- Quadrilha, mesmo atrás das grades, enganava usuários de aplicativos de relacionamentos e usava nomes de autoridades para extorquir dinheiro.
- Policiais cumpriram 13 mandados de prisão em Santa Cruz do Sul e Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul; a maioria dos criminosos já estava presa.
- Os golpes eram realizados por telefone após escolher vítimas em apps de relacionamento, com os estelionatários se passando por policiais para intimidar.
- Um dos integrantes usou o nome do delegado-geral da polícia de São Paulo, Arthur José Dian, e pediu dados bancários e 3 mil reais para um suposto acordo.
- A vítima, de 23 anos, desconfiou e procurou a polícia; o caso é registrado como fraude eletrônica, falsa identidade e associação criminosa, com prints das conversas sendo apresentados.
- A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo não se manifestou sobre o uso do nome do delegado-geral pelos estelionatários.
Dois fatos chamaram atenção na operação policial que desarticulou uma quadrilha que atuava em apps de relacionamento, mesmo após o cumprimento de mandados. A investida envolvia extorsão por telefone, usando identidades falsas de autoridades para intimidar as vítimas.
Ações foram realizadas em Santa Cruz do Sul e Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, onde 13 mandados de prisão foram cumpridos. A maior parte dos suspeitos já estava detida. Da cadeia, eles continuavam a prática de golpes.
Os criminosos escolhiam vítimas por meio de aplicativos de relacionamento, buscavam marcar encontros e se passavam por policiais para exigir dinheiro. Em um caso, o suposto delegado-geral Arthur José Dian foi usado como isca.
Caso de vítima específica detalha a sequência: o golpista pediu dados bancários e R$ 3 mil, sob a alegação de um suposto acordo. A vítima, de 23 anos, desconfiou e informou a polícia.
A investigação classifica o crime como fraude eletrônica, falsa identidade e associação criminosa. Prints de conversas entre a vítima e o golpista, que simulava ser usuário do app, constam no inquérito.
A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo não se posicionou sobre o uso do nome do delegado-geral pelos estelionatários. O caso segue em apuração pelas autoridades gaúchas.
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