- Mulher etíope, de 34 anos, denunciou condições de trabalho análogo à escravidão após fugir de um condomínio em Florianópolis.
- Ela não fala português e pediu ajuda usando aplicativos de tradução no celular.
- Agentes de fiscalização ouviram a vítima em Santa Catarina.
- A denúncia envolve atuação de órgão ligado ao Ministério Público do Trabalho.
- A reportagem foi publicada pela Folhapress.
Uma mulher de 34 anos, natural da Etiópia, denunciou trabalho análogo à escravidão após fugir de um condomínio em Florianópolis, Santa Catarina. Ela não domina o português e utilizou aplicativos de tradução no celular para pedir ajuda.
Agentes de fiscalização estiveram no local para ouvir a vítima e colher informações. A ocorrência ganhou contornos de investigação trabalhista, com a participação de órgãos competentes para apurar as condições descritas.
A apuração ainda está em andamento pelas autoridades responsáveis. O caso envolve a atuação do Ministério Público do Trabalho e busca verificar violação de direitos trabalhistas e possíveis vínculos empregatícios.
Caso ocorreu na região de Florianópolis, onde a fiscalização busca esclarecer as circunstâncias, responsabilidades e medidas cabíveis para a vítima. A defesa legal e o acompanhamento institucional devem seguir para garantir proteção e reparo.
Fonte: Folhapress
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