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Operação apreende 500 celulares em presídios e mira facção no Rio

Operação Mute apreende mais de quinhentos celulares em presídios; alvo é o grupo “Povo de Israel”, usado para golpes e crimes fora das unidades

Ações de inteligência apontam que a facilidade de acesso a telefones celulares dentro de unidades prisionais
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  • A 11ª fase da operação Mute apreendeu mais de 500 celulares dentro de penitenciárias de todo o país, em uma semana de ações.
  • No Rio de Janeiro, a ofensiva concentrou-se em presídios ligados ao grupo criminoso conhecido como Povo de Israel, apontado como utilizador de celulares clandestinos para golpes e outras atividades.
  • As autoridades afirmam que o acesso a aparelhos dentro das prisões tem contribuído para o crescimento do grupo e para operações criminosas externas.
  • A operação utiliza tecnologia de detecção de dispositivos eletrônicos escondidos em celas, galerias e compartimentos improvisados, fortalecendo a inteligência penitenciária.
  • O Ministério da Justiça deve divulgar um balanço com mais dados de apreensões às 11h desta sexta-feira (22).

A 11ª fase da operação Mute, coordenada pelo Ministério da Justiça, apreendeu mais de 500 celulares em presídios de todas as unidades federativas ao longo de uma semana, encerrando nesta sexta-feira, 22. A ação teve como objetivo conter o uso de aparelhos dentro das unidades.

No Rio de Janeiro, o foco foram presídios ligados ao grupo criminoso conhecido como Povo de Israel, que utiliza celulares clandestinos para golpes e outras práticas criminosas. A prática tem sido apontada como facilitadora de criminosos dentro e fora dos estabelecimentos.

A operação busca localizar e apreender aparelhos usados por organizações criminosas nas penitenciárias, interrompendo atividades ilícitas como tráfico, extorsões, golpes virtuais e ordens externas. Ações de inteligência visam neutralizar as comunicações internas.

Equipamentos tecnológicos são empregados para detectar dispositivos escondidos em celas, galerias e compartimentos improvisados, fortalecendo a atuação de inteligência penitenciária e a neutralização de comunicações ilícitas, conforme imagens registradas pela CNN Brasil.

A iniciativa é da Secretaria Nacional de Políticas Penais, via Diretoria de Inteligência Penitenciária, com ações regionais previstas de forma excepcional, conforme levantamento da CNN Brasil. O Ministério da Justiça divulgará balanço às 11h de hoje com mais dados.

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