- A Polícia Civil de São Paulo identificou o mandante do roubo de obras de arte na Biblioteca Mário de Andrade, ocorrido no dia sete de dezembro de dois mil e vinte e cinco.
- Foram cumpridos três mandados de prisão e onze de busca e apreensão em São Paulo, São Bernardo do Campo, Diadema e Rio de Janeiro, incluindo locais ligados a leilões e venda de obras de arte.
- Dois suspeitos, incluindo o líder da quadrilha, já estavam presos no Rio de Janeiro por tentativa de subornar um agente de segurança; uma mulher foi presa por colaboração.
- A organização criminosa seria responsável pela avaliação, ocultação, intermediação e possível comercialização clandestina das obras, com suspeita de envio ao exterior.
- As obras roubadas, oito gravuras de Matisse e cinco de Portinari, ainda não foram recuperadas.
A Polícia Civil de São Paulo identificou o mandante do roubo de obras de arte na Biblioteca Mário de Andrade, em dezembro de 2025. Na sexta-feira (22), foram cumpridos três mandados de prisão e 11 de busca e apreensão.
Dois suspeitos presos, incluindo o líder da quadrilha, já estavam detidos no Rio de Janeiro. Eles respondem por tentativa de corromper um agente de segurança de um instituto federal para subtrair obras. Os mandados foram cumpridos no sistema prisional.
Além deles, foi presa uma mulher que teria colaborado com o roubo. Os três integram uma organização criminosa ligada à avaliação, ocultação, intermediação e possível venda clandestina das obras, com suspeita de envio ao exterior.
Roubo ocorreu durante a mostra
Os mandados miraram estabelecimentos ligados a leilões e à venda de obras de arte, nos municípios de São Paulo, São Bernardo do Campo, Diadema e Rio de Janeiro. A operação buscou desarticular a rede envolvida.
O crime ocorreu no dia 7 de dezembro, durante a mostra Do livro ao museu: MAM São Paulo e a Biblioteca Mário de Andrade. Dois homens armados renderam um vigilante e três visitantes.
Após a ação, os suspeitos fugiram pela estação Anhangabaú do metrô levando oito gravuras de Henri Matisse e cinco de Cândido Portinari. A polícia informou que um dos assaltantes foi preso na primeira semana e o segundo foi capturado em 19 de dezembro.
As obras de arte ainda não foram recuperadas.
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