- O Procon de Minas Gerais vistoriou doze postos de combustíveis em quatro cidades e encontrou irregularidades em mais de oitenta por cento deles.
- Dez estabelecimentos foram autuados e uma bomba de combustível foi interditada por não atender às normas de segurança.
- As irregularidades mais comuns incluem ausência de documentação regular, falhas na manutenção das bombas e falta de informações claras para os consumidores.
- As cidades envolvidas foram Belo Horizonte, Contagem, Betim e Ribeirão das Neves, com os postos autuados recebendo notificações para regularizar as pendências.
- A ação faz parte de fiscalização contínua para aumentar a segurança, proteger o consumidor e promover concorrência leal no setor.
O Procon de Minas Gerais uncoverou irregularidades em mais de 80% dos postos de combustíveis inspecionados em quatro cidades do estado. A operação, realizada na última semana, resultou na autuação de dez estabelecimentos e na interdição de uma bomba.
Ao todo, 12 postos foram avaliados e dez apresentaram pendências. Entre as falhas mais comuns estão documentação irregular, manutenção inadequada das bombas e falta de informações claras aos clientes.
As autuações ocorreram em Belo Horizonte, Contagem, Betim e Ribeirão das Neves. Os postos autuados receberam notificações para regularização, enquanto a bomba interditada não atendia aos padrões de segurança exigidos.
Segundo o Procon-MG, a fiscalização busca assegurar segurança, direitos do consumidor e concorrência leal. A ação também atua de forma educativa, orientando os estabelecimentos sobre normas e procedimentos.
O órgão reforça a importância de o consumidor verificar informações como validade do combustível, documentação do estabelecimento e clareza de cobrança nos postos.
A continuidade das inspeções visa evitar irregularidades futuras e assegurar a qualidade dos serviços prestados. O Procon mantém monitoramento permanente do setor para proteger o consumidor.
Mais informações podem ser obtidas no site oficial do Procon-MG ou na sede do órgão em Belo Horizonte. Credita-se as instituições oficiais como fonte da operação.
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