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Funcionário fraudou empresa em Cachoeirinha com R$16,5 milhões

Operação Judas desarticula golpe que desviou 134 máquinas industriais em Cachoeirinha, com bloqueio de contas e indisponibilidade de bens de nove empresas

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  • Operação Judas da Polícia Civil desarticulou esquema que desviou 134 máquinas industriais, incluindo empilhadeiras e paleteiras, em Cachoeirinha, com prejuízo estimado de R$ 16,5 milhões.
  • O golpe foi conduzido por um funcionário da empresa, que inseria dados falsos no sistema e criava documentos ideologicamente falsos, conforme apurado.
  • Ao todo, o Ministério da Justiça autorizou 43 medidas cautelares, com bloqueio de contas e indisponibilidade de bens de nove empresas envolvidas.
  • Sigilos bancário e fiscal foram quebrados para rastrear o fluxo de dinheiro; materiais apreendidos incluíram celulares, um notebook e documentos.
  • A operação, coordenada pelo delegado Alexandre Fleck, mobilizou mais de sesenta e cinco policiais em várias cidades, ainda em andamento para identificar coautores e recuperar o restante dos itens desviados.

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul desarticulou um golpe que desviou cerca de R$ 16,5 milhões de uma empresa em Cachoeirinha. A operação Judas, deflagrada nesta manhã pela Draco de Viamão, aponta fraudes que duraram cerca de três anos.

O esquema era liderado por um funcionário da própria empresa, que utilizava acesso aos sistemas para inserir dados falsos e produzir documentos adulterados. Com isso, foram subtraídas 134 máquinas industriais, incluindo empilhadeiras e paleteiras de alto valor.

Para desmantelar o grupo, o Judiciário autorizou 43 medidas cautelares. Houve bloqueio de contas de pessoas físicas e jurídicas e indisponibilidade de bens de nove empresas suspeitas.

Durante as buscas, foram apreendidos celulares, um notebook e documentos relevantes. Sigilos bancário e fiscal dos investigados também foram quebrados para mapear o fluxo financeiro.

A operação teve coordenação do delegado Alexandre Fleck e mobilizou mais de 65 policiais em Porto Alegre, Gravataí, Canoas e na Serra, no Espírito Santo. O objetivo é identificar novos coautores e recuperar o restante do maquinário.

O inquérito continua para confirmar responsabilidades e avançar na recuperação dos itens desviados, bem como na identificação de todas as pessoas envolvidas no esquema.

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