Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Viúva de Di Genio afirma que família a acusa de maus-tratos por dinheiro

Viúva de Di Genio nega maus-tratos e acusa família de agir por dinheiro; exumação para DNA ocorreu em ação de paternidade

Mônica Bergamo
0:00
Carregando...
0:00
  • Sandra Miessa, viúva de João Carlos Di Genio, comanda o conglomerado que reúne a Unip, o Colégio Objetivo, fazendas, imóveis, rádio e TV, após a morte do marido em 2022.
  • O corpo de Di Genio foi exumado no âmbito de uma ação de reconhecimento de paternidade movida por Bruno Augusto de Mello Pará; o exame de DNA foi negativo.
  • Bruno alega ser filho socioafetivo de Di Genio e ter tido apoio financeiro do empresário; o caso ainda tramita após a exumação.
  • Uma família de Di Genio acionou o Ministério Público afirmando maus-tratos; a Justiça declarou a prescrição do caso, segundo a reportagem.
  • Sandra afirma que as acusações vêm de relação a dinheiro e explica disputas com o sobrinho Fernando Di Genio Barbosa, que tentou assumir parte da administração após a morte do tio.

Sandra Miessa, viúva desde 2022 do empresário João Carlos Di Genio, rebate acusações de maus-tratos movidas pela família dele e por um sobrinho. Ela administra o conglomerado que reúne Unip, Objetivo, fazendas, imóveis, rádio e TV, e afirma ter sido alvo de ações para desestabilizar a gestão após a morte do marido.

O corpo de Di Genio foi exumado durante ação de paternidade movida por Bruno Augusto de Mello Pará, que alega ser filho socioafetivo do empresário. O exame de DNA foi realizado e o resultado foi negativo, segundo a viúva. O processo, porém, não encerrou a investigação.

Sandra diz ter ficado chocada com a exumação, que envolveu a remoção de restos mortais para laboratórios. Ela afirma que o marido não deixou testamento e que a fortuna seria avaliada em valores elevados, variando conforme a atualização de patrimônios.

Ela relata disputas com Fernando Di Genio Barbosa, sobrinho que administrava TVs e rádios do grupo e tentou entrar no inventário após a morte. A viúva afirma que o sobrinho foi afastado e derrotado na Justiça, e que houve denúncias de maus-tratos apresentadas ao Ministério Público, posteriormente consideradas prescritas.

Segundo Sandra, o período de pandemia de Covid-19 influenciou a rotina de cuidado com Di Genio, com medidas de proteção e isolamento. Ela enfatiza que os filhos do casal estavam atentos à alimentação e à higiene do marido, negando qualquer negligência.

A empresária afirma que disputas internas ocorreram após a morte. Bruno teria tentado se estabelecer como herdeiro, e a família do empresário, segundo ela, buscava descredibilizá-la. Ela diz ter defendido a continuidade dos negócios e a autonomia da gestão que herdou.

Sobre o patrimônio, Sandra comenta que a herança foi dividida entre ela e os três filhos, com a inclusão de Bruno na sequência, após contestação. Ela relata ter ajudado alunos com bolsas e manter operações do grupo, como forma de preservar o legado do marido.

A entrevista, concedida à imprensa, revela a visão de Sandra sobre as acusações e os desdobramentos de uma crise familiar envolvendo a gestão de um império educacional. A exumação, o DNA negativo e as disputas judiciais permanecem como pontos centrais do caso.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais