- Capacete precisa ser homologado, ajustado corretamente e com a cinta jugular presa.
- Jaquetas próprias, luvas, botas e protetor de coluna ajudam a minimizar lesões; o passageiro também deve usar proteção completa.
- Distrações, uso do celular, excesso de velocidade e avanço de sinal são fatores de risco comuns em acidentes.
- Em piso molhado, reduza a velocidade, faça frenagens progressivas e mantenha atenção ao entorno; a frenagem ideal fica aproximadamente 60% no dianteiro e 40% no traseiro.
- Adote condução defensiva, evitando pontos cegos, reduzindo a velocidade próximo de cruzamentos, semáforos amarelos, escolas e áreas de alto fluxo.
Durante uma ação de formação de instrutores promovida pela Yamaha em parceria com a Prefeitura de São José dos Campos, especialistas destacaram riscos de lesões para motociclistas quando equipamentos não são usados corretamente. O foco foi o uso adequado do capacete, aliado a proteção complementar.
Helio Mazzarella, instrutor do Yamaha Riding Academy, alertou para erros comuns: capacete mal ajustado, sem homologação ou com a cinta jugular aberta aumentam a gravidade de acidentes. Ele ressaltou que peças como jaquetas técnicas, luvas, botas e protetor de coluna ajudam a reduzir danos.
Além disso, o papel do passageiro foi destacado: devem ser usados equipamentos completos, não apenas pelo condutor. As luvas aparecem como item essencial, pois as mãos costumam ser o primeiro ponto de contato com o solo em quedas.
Equipamentos de proteção
As jaquetas específicas para motociclistas protegem contra abrasão e impactos, diferindo de roupas comuns. As luvas são consideradas indispensáveis pela função de proteção das mãos durante quedas. Botas próprias ajudam a minimizar lesões nas articulações, e o protetor de coluna contribui para a postura e a segurança física.
Mazzarella ressalta ainda a importância da proteção do corpo inteiro, incluindo itens para o acompanhante, quando houver. O uso correto evita lacunas de proteção em situações de queda ou acidente.
Condução defensiva e comportamento no trânsito
O especialista enfatiza condução defensiva para antecipar riscos. Ao se aproximar de cruzamentos, semáforos amarelos ou áreas de grande fluxo, reduzir a velocidade é mais seguro do que manter a aceleração.
Roteiros de segurança incluem evitar pontos cegos dos demais motoristas e ocupar a faixa adequada com atenção aos pneus dos veículos vizinhos. Isso amplia o campo de visão e o tempo de resposta em emergências.
Conduta em condições de piso molhado
Em vias com pavimento molhado, a aderência dos pneus cai significativamente, exigindo modificação imediata da pilotagem. A orientação é reduzir a velocidade, evitar manobras bruscas e frear de forma progressiva, com a distribuição correta entre veículos: cerca de 60% no dianteiro e 40% no traseiro.
O instrutor recomenda manter o olhar 360 graus, monitorando o entorno com os retrovisores. A observação constante busca reduzir riscos em situações de baixa visibilidade e frentes de tráfego divergentes.
Aspectos adicionais de segurança
Entre as causas recorrentes de acidentes, distrações e excesso de confiança aparecem com frequência. O uso do celular durante a pilotagem é citado como fator que compromete tempos de reação, assim como infrações de velocidade e avanço de sinal.
O material destaca que, além da proteção individual, a manutenção da motocicleta também contribui para reduzir riscos, especialmente em momentos críticos do trânsito. As orientações, em essência, promovem uma pilotagem mais consciente e segura para todos os usuários das vias.
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