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Neurologista aponta sinais silenciosos do AVC que passam despercebidos

Sinais comuns podem denunciar AVC silencioso; hipertensão é principal risco e agir rápido reduz sequelas

Renderização 3D de uma figura médica masculina com a parte frontal do cérebro em destaque - avc pode ser evitado
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  • O AVC está ligado a cerca de 30% dos óbitos anuais, segundo o Ministério da Saúde, com a hipertensão como principal fator de risco.
  • Sinais comuns como dor de cabeça, tontura e visão embaçada podem indicar AVC e não devem ser negligenciados, principalmente em quem tem histórico familiar ou fatores cardiovasculares.
  • Sintomas a ficar atentos incluem dor de cabeça persistente, falta de ar, palpitações, visão embaçada e tontura; procure avaliação médica antes que vire emergência.
  • Tempo é crucial: quanto mais rápido o diagnóstico e o tratamento, menor o risco de sequelas; esperar os sintomas desaparecer é um erro comum.
  • A prevenção passa por hábitos saudáveis: alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, redução de sal, controle do estresse e abandono do cigarro.

O AVC é responsável por uma parcela expressiva dos óbitos anuais no Brasil e pode evoluir de forma silenciosa. Um neurologista consultado pela coluna aponta sinais comuns, como dor de cabeça frequente, tontura e visão embaçada, como possíveis alertas antes da emergência.

O médico atende no Hospital São Lucas Copacabana, da Rede Américas. Ele reforça que esses sintomas costumam estar ligados à hipertensão, principal fator de risco para o AVC, e não devem ser negligenciados, sobretudo em pessoas com histórico familiar ou fatores cardíacos.

Segundo o profissional, dor de cabeça persistente, falta de ar, palpitações, visão embaçada e tontura merecem avaliação médica rápida para evitar a progressão para uma crise aguda.

A máxima orientação é agir com rapidez: o tempo de identificação, diagnóstico e tratamento pode influenciar diretamente o prognóstico, pois a interrupção do fluxo sanguíneo cerebral leva à morte de neurônios a cada minuto.

Outra fala do especialista é sobre o erro de esperar os sintomas sumirem sozinhos. Mesmo com mecanismos de compensação, o tempo continua determinante para preservar funções neurológicas.

Para reduzir o risco de hipertensão e AVC, o neurologista recomenda hábitos saudáveis: alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, redução de sal, controle do estresse e abandono do cigarro.

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