- CNJ lançou o aplicativo A.Dot, para ampliar a busca ativa de crianças e adolescentes que têm mais dificuldade de conseguir uma família adotiva, no Dia Nacional da Adoção.
- O acesso ao app usa login Gov.br e permite pré-cadastro e acompanhamento do processo de habilitação para adoção.
- No Brasil, 1.801 crianças e adolescentes estão aptos para a busca ativa; desde 2019, o SNA viabilizou mais de 33,5 mil adoções, com 1.826 feitas por esse caminho.
- O lançamento ocorreu em webinário promovido pelo CNJ, com participação do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, e do gestor do SNA, Hugo Zaher.
- O app traz perfis com fotos, vídeos curtos e informações essenciais; a inclusão depende de autorização judicial e há medidas de proteção à identidade e à privacidade.
- Dados do CNJ mostram que mais de 90% das crianças na busca ativa têm mais de oito anos e mais de 60% possuem ao menos um irmão; 65% das adoções por busca ativa preservam irmãos.
- O aplicativo iniciou com 1.787 crianças e adolescentes cadastrados; Zaher destacou que, para crianças com deficiência, a busca ativa é também uma alternativa relevante.
O CNJ lançou um novo aplicativo para ampliar a busca ativa por crianças e adolescentes que têm dificuldade de conseguir uma adoção. O A.Dot reúne informações de perfis aptos para adoção e facilita o acesso de pretendentes habilitados. A estreia ocorreu nesta segunda-feira, Dia Nacional da Adoção.
A ferramenta integra o Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA) e funciona com login do Gov.br. Interessados podem fazer pré-cadastro e acompanhar o processo de habilitação para adoção. O aplicativo já está disponível para uso de forma nacional.
O objetivo é ampliar o alcance da busca ativa, priorizando crianças mais velhas, adolescentes, grupos de irmãos e jovens com deficiência ou necessidades de saúde específicas. O lançamento ocorreu durante webinário organizado pelo CNJ.
O A.Dot permite visualizar perfis com fotos, vídeos curtos e informações básicas, respeitando a proteção da identidade, da imagem e da privacidade. A inclusão de cada estudante na plataforma depende de autorização judicial.
A iniciativa foi apresentada como pioneira para apresentar histórias de forma humanizada, com acesso direto a informações autorizadas. A implantação busca reduzir barreiras geográficas e ampliar as possibilidades de adoção.
Para o CNJ, o aplicativo consolida a política nacional de busca ativa no sistema de acolhimento. O objetivo é reconhecer a trajetória de cada criança e respeitar sua privacidade, identidade e protagonismo.
Dados do CNJ apontam que 1.801 crianças e adolescentes estão aptos à busca ativa no Brasil. Desde 2019, o SNA já viabilizou mais de 33,5 mil adoções, com 1.826 ocorrendo pelo caminho da busca ativa.
Segundo o gestor do SNA, Hugo Zaher, o uso do aplicativo facilita o acesso de pretendentes de qualquer unidade da federação. Ele destacou que 65% das adoções por busca ativa preservam irmãos juntos.
Entre na conversa da comunidade