- Joana Treptow, apresentadora do Jornal da Gazeta na TV Gazeta, questionou a forma como a imprensa tem tratar Deolane Bezerra desde a detenção.
- No telejornal, a âncora afirmou que a palavra influenciadora passou a não se aplicar mais ao caso e sugeriu chamá-la de presidiária, conforme trecho exibido.
- O comentário gerou repercussão nas redes sociais, com tanto elogios quanto críticas à jornalista.
- O texto destaca que Treptow não hesita em se posicionar, o que faz parte do formato do telejornal, reformulado em março.
- O-fato envolve a cobertura midiática sobre Deolane Bezerra e a atuação da imprensa nesses desdobramentos.
Ainda no Jornal da Gazeta, a apresentadora Joana Treptow fez uma leitura crítica sobre o tratamento dado à influenciadora Deolane Bezerra pela imprensa após a detenção. Treptow sugeriu que o termo influenciadora pode não se aplicar mais no caso em questão.
A âncora questionou a forma como a imprensa tem caracterizado a trajetória de Bezerra, destacando que, segundo investigações da polícia, a pessoa em questão atuava na internet, mas sem o foco de inspirar outras pessoas. A passagem mencionada ocorreu durante o programa da emissora.
Treptow afirmou que não houve timidez ao expressar a opinião. Na prática, a fala mostrou uma posição firme da apresentadora diante de um tema sensível, especialmente em meio a debates sobre cobertura midiática de figuras públicas envolvidas em investigações.
Repercussões e contexto
A declaração da apresentadora gerou debates entre o público nas redes sociais, com elogios a quem se posiciona e críticas à forma de manifestação. Houve quem concordasse com a análise, enquanto outros consideraram desnecessário o tom adotado no telejornal.
A equipe do telejornal não informou mudanças na linha editorial após o episódio. A discussão sobre tratamento midiático e linguagem jornalística permanece em pauta no debate público e entre profissionais da área.
Contexto do programa
O Jornal da Gazeta passou por reformulação em março, ampliando o tempo de tela de apresentadores e a abordagem de temas de impacto nacional. A emissora não divulgou, até o momento, novas diretrizes sobre o posicionamento de âncoras em frente a controvérsias.
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