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Argentino é preso por injúria racial contra criança de 7 anos em MG

Argentino de 63 anos é preso em Minas Gerais por injúria racial contra criança de 7 anos durante passeio de trem entre Tiradentes e São João del Rei, com imagens e mensagens racistas apreendidas

Argentino é preso por injúria racial contra criança de 7 anos em Tiradentes (MG), no domingo, 24.
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  • Argentino de 63 anos foi preso por injúria racial contra uma criança de 7 anos durante passeio de trem entre Tiradentes e São João del Rei, em Minas Gerais, no domingo, 24.
  • O homem fotografou o garoto e enviou imagens com mensagens racistas por aplicativo de mensagens; uma das mensagens sugeria levar o menino como escravo.
  • A mãe, que viajava com a família no momento, foi alertada por uma passageira e encontrou provas no celular do suspeito; há indícios de possível envolvimento com tráfico de crianças.
  • A prisão em flagrante foi confirmada pela Justiça; a Defesa não foi localizada.
  • A empresa que administra o trem, a VLI, repudiou o episódio e informou que a equipe de segurança acionou a Polícia Militar ao tomar ciência do crime.

Um argentino de 63 anos foi preso por injúria racial contra uma criança de 7 anos durante um passeio de trem entre Tiradentes e São João del Rei, em Minas Gerais, no domingo 24. O homem fotografou o menino e enviou mensagens racistas, sugerindo levá-lo como escravo. A mãe da criança, em viagem de aniversário, foi alertada por outra passageira e encontrou provas no celular do suspeito.

A Polícia Militar deteve o homem, e a prisão em flagrante foi confirmada pela Justiça. A defesa do argentino não foi localizada. Entre as mensagens, o suspeito afirma que a criança é negra, mas bonita, e chega a mencionar a possibilidade de levá-la como escravo.

Segundo apurado, a mãe do menino mora no Rio de Janeiro e relatou ao portal que a primeira viagem em família para comemorar o aniversário foi interrompida pelo incidente. Ela foi contida por outros passageiros para evitar que a situação se agravasse.

Ainda segundo a família, há indícios no celular que apontam possível envolvimento com o tráfico de crianças. A empresa que administra a Maria Fumaça, a VLI, repudiou o episódio e informou que a equipe de segurança acionou a PM ao ser informado sobre o crime.

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