- Audiência de instrução e julgamento de Pedro Arthur Turra Basso ocorreu das 9h às 19h30 desta segunda-feira, 25 de maio, no Fórum de Águas Claras, com o réu, de 19 anos, sendo réu por homicídio doloso contra Rodrigo Castanheira, de 16.
- O caso envolve violência gravada em vídeo e pode ir a júri popular, conforme decisão da Justiça ainda pendente.
- Turra foi o último a falar, por cerca de uma hora; a defesa disse que as provas, incluindo o vídeo, se enquadram no tipo penal, sem admitir conduta violenta.
- A defesa pediu documentos técnicos da área da saúde para anexar ao processo e estima pronúncia do réu em três a quatro meses.
- Familiares da vítima consideraram o dia um passo importante para a justiça; a defesa levantou a hipótese de premeditação com base em mensagens e pediu a extração de material bruto dos celulares para perícia.
A audiência de instrução e julgamento de Pedro Arthur Turra Basso, 19 anos, terminou nesta segunda-feira (25/5) após começar às 9h e seguir até as 19h30 no Fórum de Águas Claras. Turra é acusado de homicídio doloso contra Rodrigo Castanheira, 16, ocorrido em 23 de janeiro. A Justiça ainda decidirá se o caso vai a júri popular.
Ao todo, mais de 10 testemunhas, além de defesa e acusação, depuseram em plenário. Turra foi ouvido por cerca de uma hora, respondendo aos questionamentos com base nas peças do processo. A sessão incluiu depoimentos de familiares e de peritos, em meio a cálculos técnicos sobre o caso.
A defesa sustenta que não houve premeditação e que as provas, incluindo imagens, não comprovam a conduta necessária para o tipo penal alegado. O advogado enfatizou que apenas uma das cinco pessoas no veículo conhecia a vítima e que Turra não mantinha ligações anteriores com Rodrigo.
O representante da defesa solicitou a anexação de documentos técnicos da área da saúde ao processo. O advogado estima que a pronúncia do réu ocorra entre três e quatro meses, mantendo o andamento processual conforme os trâmites legais.
Na área externa do fórum, familiares da vítima acompanharam a evolução da oitiva. O advogado da família afirmou que o passo é importante para o andamento do caso, cobrando resultado justo para Rodrigo Castanheira.
O defensor também contestou a versão de cuspe de chiclete como motivação da briga, apontando outros elementos que, segundo ele, indicam possíveis motivações distintas. Há relatos de mensagens que, conforme o advogado, sugerem indícios de premeditação.
Ao término da audiência, a Justiça não divulgou novo prazo para a próxima etapa, apenas informou que a decisão sobre o eventual júri popular permanece pendente de análise. O caso segue sob regime de segredo de Justiça até decisão judicial adicional.
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