- Campanha maliciosa usa falsas notas fiscais eletrônicas para distribuir o trojan Banana RAT entre usuários no Brasil.
- Arquivos com nomes como Consultar_NF-e.bat chegam por mensagens no WhatsApp ou links de phishing e, ao serem abertos, acionam PowerShell para baixar componentes.
- A operação envolve scripts intermediários e uma carga criptografada descriptografada na memória, com relação associada ao cluster SHADOW-WATER-063 pela Trend Micro.
- O foco é o setor financeiro brasileiro, mirando 16 grandes instituições, bancos tradicionais e corretoras de criptomoedas adaptadas ao mercado local.
- Após instalado, o Banana RAT funciona como plataforma de fraude remota: transmite a tela, registra teclas, exibe sobreposições de segurança falsas e pode manipular transações envolvendo QR Codes do Pix.
Uma campanha de malware está usando notas fiscais eletrônicas falsas para distribuir o trojan Banana RAT entre usuários no Brasil. A ofensiva utiliza documentos de NF-e para induzir as vítimas a executar arquivos em lote no Windows. A estratégia aproveita a rotina diária de empresas e consumidores com a Nota Fiscal Eletrônica para parecer legítima.
Os criminosos enviam os arquivos com nomes como Consultar_NF-e.bat por meio de mensagens no WhatsApp e de links de phishing. Ao serem abertos, os executáveis acionam comandos ocultos em PowerShell e fazem o download de componentes adicionais a partir de servidores controlados pelos invasores.
A cadeia de ataque envolve scripts intermediários e uma carga criptografada que é descriptografada diretamente na memória, dificultando a detecção. Pesquisadores da Trend Micro associam a atividade a um cluster identificado como SHADOW-WATER-063, ligado a operações estruturadas.
A ofensiva tem alvo no setor financeiro brasileiro, mirando 16 grandes instituições, incluindo bancos tradicionais e corretoras de criptomoedas adaptadas ao mercado local. A campanha reforça o uso de recursos de fraude remota uma vez instalada.
Após a instalação, o Banana RAT funciona como plataforma de controle remoto, permitindo transmitir a tela da vítima, registrar teclas digitadas e exibir sobreposições falsas de segurança bancária. Também pode manipular transações envolvendo QR Codes do Pix.
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