- Jairinho destituiu parte da defesa e escolheu o próprio filho como um dos advogados.
- O início da sessão foi tenso por risco de novo adiamento do júri, já que o advogado principal está internado após infarto.
- A juíza Elizabeth Louro liberou um intervalo de trinta minutos, e a sessão foi retomada com a mudança na defesa.
- Foram sorteados cinco homens e duas mulheres para compor o conselho de sentença.
- Monique Medeiros, ex-namorada de Jairinho e mãe de Henry, também está no polo do processo; o júri pode ouvir até vinte e sete testemunhas, com pelo menos quatro oitivas previstas nesta tarde (dois delegados, um perito e um médico legista).
Após destituir parte da defesa no início do julgamento do caso Henry Borel, o réu Jairo Souza Santos Junior, o ex-vereador Jairinho, escolheu o próprio filho como um dos advogados.
A sessão começou tensa pela possibilidade de novo adiamento do júri popular. Jairinho alegou que não havia condições de ser defendido pela equipe, pois o advogado principal está internado após infarto.
O júri foi retomado após intervalo de 30 minutos determinado pela juíza Elizabeth Louro. Foi anunciada a mudança na defesa, com o filho de Jairinho atuando como advogado.
Com o rito definido, foram sorteados cinco homens e duas mulheres para o conselho de sentença. A denúncia foi lida pela magistrada, que fez nova pausa para o almoço por volta das 13h.
Jairo e Monique Medeiros, ex-namorada dele e mãe de Henry, permanecem no banco dos réus. Eles são acusados pela morte da criança.
Ao todo, 27 testemunhas devem ser ouvidas. O julgamento pode se estender por vários dias, com expectativa de pelo menos quatro oitivas nesta tarde.
Desdobramentos no julgamento
Nesta etapa, dois delegados, um perito e um médico legista devem prestar depoimento, mantendo o ritmo do processo. A expectativa é de continuidade das oitivas ao longo do dia.
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