- Justiça do Rio retorna o julgamento de Jairinho e Monique Medeiros pela morte do menino Henry Borel, em dois mil e vinte e um.
- Ambos são acusados por homicídio, tortura e omissão; vinte e sete testemunhas deverão prestar depoimento, além dos dois acusados.
- Não houve entrada de imprensa para registrar imagens durante o julgamento.
- O processo foi adiado em março após a defesa pedir suspensão, alegando infarto de um advogado; a magistrada aceitou a transferência de Jairinho para um presídio de segurança máxima até a retomada.
- Jairinho e Monique negam as acusações e o andamento do júri continua.
O julgamento de Jairinho, padrasto de Henry Borel, e de Monique Medeiros, mãe da vítima, foi retomado pela Justiça do Rio de Janeiro. Henry, de 4 anos, morreu em 2021; os dois são acusados de homicídio, tortura e omissão.
Ao todo, 27 testemunhas devem ser ouvidas, além dos réus. Jairinho e Monique negam as acusações. A imprensa não teve autorização para registrar imagens durante a sessão.
O processo havia sido adiado em março após a defesa de Jairinho pedir suspensão, alegando que um dos advogados sofreu um infarto. A juíza aceitou pedido do Ministério Público para transferir o ex-vereador a um presídio de segurança máxima até o retorno do júri.
Diante da mudança de custódia, Jairinho recuou e o julgamento continua em andamento, com o objetivo de esclarecer as circunstâncias da morte da criança e responsabilizar os envolvidos.
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