- A primeira audiência do caso de Tainara Souza Santos ocorre nesta segunda-feira (25) às 13h, no Fórum Criminal da Barra Funda, na zona norte de São Paulo.
- O processo tramita em segredo de justiça; apenas as partes, advogados constituídos e testemunhas arroladas poderão acompanhar.
- Nesta etapa, devem ser ouvidas 13 testemunhas, além do réu, que será interrogado; ao final, o juiz decidirá se o caso vai a júri popular.
- O júri é previsto pela Lei 167/1938, com sete jurados sorteados entre alistados, e o serviço é obrigatório para maiores de 25 até 60 anos.
- Tainara morreu em 24 de dezembro de 2025 após atropelamento e arraste de mais de 1 km na Marginal Tietê; o réu, Douglas Alves da Silva, 26, está preso desde 30 de novembro no CDP II de Guarulhos, e a SSP afirma que houve intenção de atropelar e matar, com imagens que mostram o ato.
O caso de Tainara Souza Santos terá a primeira audiência nesta segunda-feira (25) às 13h no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo. A vítima, 31 anos, foi atropelada e arrastada por mais de 1 km pela Marginal Tietê, na zona norte da capital. O processo tramita em segredo de justiça, de forma que apenas as partes, advogados e testemunhas poderão acompanhar.
Nesta etapa, o objetivo é ouvir 13 testemunhas além do réu, que será interrogado. Com base nessa audiência, o juiz decidirá se o caso segue para júri popular. O julgamento ocorre conforme o que determina a Lei 167/1938, com um Conselho de Sentença composto por sete jurados.
O réu é Douglas Alves da Silva, 26, detido desde 30 de novembro e custodiado no Centro de Detenção Provisória II de Guarulhos. As investigações indicam que houve a intenção de atropelar e matar a vítima, segundo informações da SSP-SP. Imagens de câmeras de segurança registraram o atropelamento e o arraste.
Tainara morreu na noite de 24 de dezembro de 2025, véspera de Natal, após contrair sequelas do acidente. Ela passou por cinco cirurgias, precisou de intubação e teve as duas pernas amputadas abaixo do joelho.
Segundo o relato oficial, o motorista não só atropelou a vítima como passou por cima dela e a arrastou pela via. A polícia informou que o caso envolve uma violenta sequência de ataques e que as circunstâncias permanecem sob análise durante as oitivas.
Acompanhamento do processo
O TJSP confirmou o segredo de justiça e a necessidade de que apenas as partes envolvidas, advogados e testemunhas estejam presentes na audiência. A decisão judicial mantém o foco em esclarecer os fatos e determinar se haverá julgamento pelo júri.
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