- Justiça retoma, no Rio de Janeiro, o julgamento da morte de Henry Borel, com júri popular decidido em cinco homens e duas mulheres.
- Os réus são o padrasto Jairinho e a mãe Monique Medeiros, acusados de morte do filho, em 2021.
- A segurança no Tribunal de Justiça foi reforçada e as imagens do plenário foram proibidas, a pedido da defesa de Jairinho.
- A defesa tentou adiar novamente o julgamento após um advogado sofrer infarto, mas a juíza manteve a transferência de Jairinho para um presídio de segurança máxima até a continuidade do júri.
- Serão ouvidas ao todo 27 testemunhas; o caso contribuiu para a criação da Lei Henry Borel, voltada ao combate à violência doméstica infantil.
A Justiça retomou nesta segunda-feira o julgamento da morte do menino Henry Borel, no Rio de Janeiro. O processo envolve o padrasto, o ex-vereador Dr. Jairinho, e a mãe, Monique Medeiros. O júri popular começa com segurança reforçada no Tribunal de Justiça.
A defesa de Jairinho pediu adiamento após um incidente no plenário, mas a juíza manteve a retomada do julgamento. O júri será formado por cinco homens e duas mulheres.
Ao longo do dia, 27 testemunhas devem ser ouvidas. O caso levou à criação da Lei Henry Borel, voltada ao combate à violência doméstica infantil. Leniel Borel, pai da criança, afirmou esperar que a justiça seja feita.
Formação do júri e andamento
Em entrevista ao Doc Investigação, Monique Medeiros e Jairinho trocaram acusações sobre o ocorrido naquele apartamento. Jairinho negou as imputações; Monique afirmou que ele mentiu. Leniel confirmou que espera esclarecimentos.
A defesa de Jairinho chegou a pedir novo adiamento após o suposto infarto de um advogado, mas recuou quando a juíza aceitou transferir o acusado para um presídio de segurança máxima temporariamente. O processo segue com oitiva de testemunhas e análises técnicas.
Segundo a Record, o julgamento continuará com a lista de 27 testemunhas e atualizações ao vivo disponíveis no RecordPlus.
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