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Linha Cherokee dos anos 90 ganha vida nova com turbo e eletrificação

Grand Cherokee com motor 2.0 turbo atinge 324 cv; Cherokee híbrido faz 15,7 km/l, apontando viabilidade de importação ao Brasil

Novo Jeep Grand Cherokee, que tem opção com motor 2.0 turbo a gasolina que supera os 300 cv de potência
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  • A Jeep, now sob Stellantis, testou a geração atual do Grand Cherokee na versão de cinco lugares, com motor 2.0 turbo a gasolina e 324 cv de potência; o consumo médio nos Estados Unidos é de 9,7 km/l.
  • Nos EUA, o Grand Cherokee testado traz teto solar dividido em duas partes, 19 alto-falantes, bancos de couro e central multimídia de 12,3 polegadas, além de ar-condicionado com quatro zonas.
  • No Brasil, não há preço definido; a última versão disponível custava cerca de R$ 570 mil em 2023, com tecnologia híbrida plug-in, o que pode influenciar a viabilidade de venda caso seja importada.
  • A linha Cherokee ganhou versão híbrida leve com motor 1.6 turbo HEV, potência combinada de até 213 cv, consumo médio de 15,7 km/l e bateria alimentada por frenagens (não recarregável na tomada).
  • O estudo de mercado aponta que, se fosse comercializado no Brasil, o Cherokee híbrido poderia competir com modelos like o Toyota RAV4 Hybrid, mantendo a tendência de SUVs premium mais eficientes.

Entre os lançamentos que conectam o passado ao futuro, a Jeep apresenta a linha Cherokee renovada, incluindo versões com motor turbo e híbrido. A avaliação ocorreu na última atualização da Jeep, na pista de Auburn Hills, nos EUA, com foco em desempenho, consumo e acabamento. O movimento busca reposicionar o SUV no mercado global.

O Grand Cherokee ganhou uma nova opção de motor 2.0 turbo a gasolina, com 324 cv de potência não eletrificada. O modelo testado traz cabine ampla, teto solar e central multimídia de 12,3 polegadas, além de bancos revestidos de couro. O consumo médio divulgado pela marca é de 9,7 km/l no padrão americano.

No mesmo giro de novidades, a família Cherokee passou a ter uma versão híbrida leve 1.6 turbo HEV. O modelo não admite recarga externa; a bateria é carregada por frenagens e pelo motor a gasolina, com potência combinada de 213 cv. A Jeep afirma consumo médio de 15,7 km/l, competindo com modelos similares do segmento.

Histórico de mercado mostra que, há três décadas, o Grand Cherokee no Brasil oferecia opções como o motor 5.2 V8 de 220 cv. Hoje, o foco é o desempenho aliado à eficiência, com tecnologia e acabamento mais próximos dos padrões premium do mercado norte-americano.

A gestão de custos e a viabilidade de venda no Brasil dependem de avaliação do grupo Stellantis, que precisa considerar normas ambientais e demanda local. Pelos números, o preço de entrada dos novos Grand Cherokee no mercado brasileiro não deverá ficar abaixo de valores elevados, com estimativas de subida em relação a modelos anteriores.

De forma geral, a renovação da linha Cherokee enfatiza uma transição de motores V8 para opções turbo e híbridas, mantendo a tradição de robustez associada à marca. A Jeep também ressalta que o conjunto mecânico atual compartilha DNA com opções presentes no Commander, Compass e RAM Rampage, o que pode favorecer a continuidade de componentes.

A reportagem acompanhou a avaliação de desempenho, observando retomadas rápidas, boa condução em curvas e acabamento que privilegia conforto sem perder a sensação de luxo. O conjunto de suspensão e o equilíbrio entre dinâmica e eficiência energética chamaram a atenção durante os testes.

No cenário brasileiro, o público pode aguardar novidades sobre importação e disponibilidade. Enquanto isso, as informações oficiais indicam que a Grand Cherokee atual atende ao padrão global, com foco em tecnologia, esportividade e eficiência de combustível.

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