- Palácio das Laranjeiras reabre para visitação pública após fechar em 2020; visitas de maio foram para grupos, e o público geral pode agendar a partir de junho.
- O imóvel é tombado pelo Inepac e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e fica no bairro de Laranjeiras, no Rio de Janeiro; foi construído entre 1909 e 1913 para a família Guinle.
- O projeto, de Joseph Gire, mescla referências neoclássicas com salões luxuosos, jardins amplos e decoração com mármore, lustres e obras de arte.
- O acervo inclui móveis históricos, porcelanas, tapeçarias, esculturas e pinturas, com destaques para Frans Post, Nicolas-Antoine Taunay e Moretto da Brescia; há ainda itens como uma réplica de piano da rainha Maria Antonieta.
- A reabertura faz parte de uma estratégia de valorização de patrimônios culturais do estado; o agendamento ainda não teve detalhamento divulgado sobre o formato de reserva.
O Palácio das Laranjeiras, no Rio de Janeiro, reabre as portas para visitas públicas após ficar fechado desde 2020. As primeiras visitas ocorreram em maio para grupos de estudantes e instituições credenciadas pelo Inepac. A partir de junho, o público geral poderá agendar visitas.
A reabertura integra a estratégia de valorização do patrimônio histórico e cultural do estado. O governo do Rio informou que a iniciativa segue o exemplo de espaços públicos ativados, como o MIS Copacabana. Ainda não há detalhes sobre como será o agendamento.
O palácio está localizado no bairro de Laranjeiras e é tombado pelo Inepac e pelo Iphan. Foi construído entre 1909 e 1913 para a residência da família Guinle, e inspirado em palácios europeus do início do século 20.
Arquitetura e acervo
O projeto é do francês Joseph Gire, que também assina obras como Belmond Copacabana Palace e Hotel Glória. O edifício combina neoclassicismo, salões luxuosos e jardins amplos com mármore, lustres e obras de arte.
O imóvel abriga móveis históricos, porcelanas, tapeçarias, esculturas e pinturas que revelam fases da história republicana brasileira. Entre os destaques estão pinturas de Frans Post e de Taunay, além de obras de Moretto da Brescia.
Partes do acervo incluem móveis franceses e brasileiros do século XIX e XX, com detalhes em mármore, ouro e vitrais. Há ainda itens curiosos, como uma réplica de piano que pertenceu à rainha Maria Antonieta.
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