- A Fundação Casa de Rui Barbosa colaborou com as investigações que resultaram na prisão de Laéssio Rodrigues de Oliveira, conhecido por furtos de livros raros e documentos de alto valor patrimonial.
- A prisão teve início após a identificação de uma tentativa de cooptação de um profissional de segurança para substituir uma obra original por réplica, mediante vantagem indevida; a fundação informou a Polícia Federal.
- O caso contou com apoio do Sistema MinC, por meio do IBRAM e da FBN, além da Polícia Federal, que conduziu as diligências.
- Segundo investigadores, Laéssio já foi preso ao menos onze vezes e é suspeito de furtar obras centenárias para o mercado ilegal de itens raros.
- O réu tem histórico ligado a furtos e desaparecimentos em instituições como a Biblioteca Nacional, o Arquivo Nacional, o Museu Nacional de Belas Artes, a Fundação Oswaldo Cruz e bibliotecas universitárias em diferentes estados.
A Fundação Casa de Rui Barbosa, ligada ao Ministério da Cultura, colaborou com investigações que resultaram na prisão de Laéssio Rodrigues de Oliveira, identificado por furtos de obras raras e documentos de alto valor patrimonial.
A ação teve início após a identificação de uma tentativa de cooptação de um profissional de segurança da instituição para substituir uma obra original por uma réplica, mediante vantagem indevida. A Fundação acionou a Polícia Federal e registrou notícia-crime.
A cooptação foi encaminhada às autoridades competentes, que passaram a investigar o caso com apoio institucional. A participação da Fundação foi considerada decisiva para acelerar os procedimentos.
Detalhes da operação
Segundo a PF, Laéssio já havia sido preso diversas vezes e é suspeito de abastecer o mercado ilegal de obras raras envolvendo livros centenários avaliados em milhões de reais. O suspeito teria utilizado a identidade de pesquisador para acessar acervos.
O histórico inclui furtos envolvendo instituições como a Biblioteca Nacional, o Museu Nacional de Belas Artes, o Arquivo Nacional, a Fundação Oswaldo Cruz e bibliotecas universitárias. As investigações permanecem em andamento para cruzar novas evidências.
Autoridades destacam a importância da cooperação entre órgãos do Sistema MinC, parceiros técnicos e a Polícia Federal para a proteção do patrimônio cultural brasileiro. Não houve divulgações de novas informações sobre prisões adicionais no momento.
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