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Saxofonista Sonny Rollins morre aos 95 anos, ícone do jazz

Sonny Rollins, o Colosso do Saxofone, morre aos 95 anos em Woodstock, Nova York, deixando legado com mais de sessenta álbuns e influência duradoura no jazz

Sonny Rollins toca um saxofone
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  • O saxofonista Sonny Rollins morreu aos 95 anos nesta segunda-feira, 25 de maio, em sua casa em Woodstock, Nova York, conforme anúncio feito nas redes sociais.
  • Era conhecido como o Colosso do Saxofone, apelido vindo do álbum Saxophone Colossus, lançado em 1956.
  • Rollins lançou mais de sessenta álbuns ao longo de sua carreira.
  • O comunicado também reproduz uma reflexão dele, de 2009, sobre vida, existência e espiritualidade.
  • Deixa o sobrinho Clifton Anderson e as sobrinhas Vallyn Anderson e Gabrielle DeGroat; não há cerimônia pública planejada no momento.

Sonny Rollins, um dos maiores nomes do jazz, morreu aos 95 anos. A informação foi anunciada nesta segunda-feira (25/5) pelas redes sociais. O saxofonista faleceu em sua casa, em Woodstock, Nova York.

Conhecido como o Colosso do Saxofone, Rollins ficou famoso após lançar Saxophone Colossus, em 1956, considerado marco do gênero. Ao longo da carreira, ele gravou mais de 60 álbuns.

A mensagem de falecimento destacou que não há cerimônia pública prevista no momento. Rollins deixa familiares próximos, incluindo o sobrinho Clifton Anderson e as sobrinhas Vallyn Anderson e Gabrielle DeGroat.

Legado

O impacto de Rollins no jazz é marcado pela técnica virtuosística e pela linguagem de improvisação que influenciou gerações. Seu estilo ajudou a definir o som do bebop e do hard bop nas décadas seguintes.

Entre interesses musicais, Rollins era incorporado por fãs e colegas pela persistência criativa e pela longeva atuação artística. O saxofonista consolidou-se como referência internacional do jazz.

A família também confirmou a continuidade de projetos e homenagens que já estavam em curso. Rollins deixou um vasto repertório gravado e uma presença influente no cenário musical mundial.

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