- O Superior Tribunal Militar condenou Pedro Tavares, aluno do Centro de Preparação de Oficiais da Reserva do Exército, por injúria racial após chamarem um colega de farda de “macaco”.
- A condenação foi de um ano de prisão, em regime inicial aberto, e ocorreu em sentença publicada após recurso do Ministério Público Militar.
- O episódio ocorreu em setembro de 2024, quando Tavares chamou o colega de “macaco” por duas vezes durante a formação; a vítima era cabo da guarda.
- A defesa do aluno não respondeu ao contato da imprensa.
- O processo teve o relator ministro Carlos Vuyk, que destacou a intenção de injuriar e confirmou as provas testemunhais após anular a absolvição de primeira instância.
O Superior Tribunal Militar condenou um aluno do Centro de Preparação de Oficiais da Reserva do Exército no Rio de Janeiro por injúria racial. Pedro Tavares recebeu a sentença de 1 ano de prisão, em regime aberto, na última sexta-feira, 22. A defesa não respondeu até o momento.
O episódio ocorreu em setembro de 2024, quando Tavares chamou um colega de farda de macaco por duas vezes. A vítima, cabo da guarda, pediu para que o aluno saísse da formação e repetiu a ofensa após questionamentos. Testemunhas deram suporte à versão.
O relator, ministro Carlos Vuyk, afirmou que a investigação comprovou o ocorrido e a intenção de injuriar. O Ministério Público Militar recorreu, levando à anulação da sentença de primeira instância, que havia absolvido o réu por insuficiência de provas.
O CPRR no Rio de Janeiro abriga slogans como escola de civismo e berço de líderes. Os aspirantes a oficial podem servir no Exército por até oito anos, conforme o regime de formação do instituto.
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