- O TJ do Rio retomou, nesta segunda-feira, o julgamento de Jairinho e Monique Medeiros pela morte de uma criança de quatro anos, ocorrida em 8 de março de 2021.
- Os réus, presos desde 8 de abril, respondem por homicídio qualificado, tortura, coação no curso do processo e fraude processual; Monique também é acusada de omissão.
- A sessão ocorre no 2º Tribunal do Júri da Capital, com início às 9h, presidida pela juíza Elizabeth Machado Louro; houve interrupção em março após a defesa de Jairinho abandonar a sessão.
- Jairinho responde por homicídio qualificado; Monique, por homicídio qualificado e omissão; a cerimônia conta com, no mínimo, 15 jurados para ouvir testemunhas.
- O crime ocorreu em um apartamento na Barra da Tijuca; o laudo do Instituto Médico-Legal apontou 23 lesões no corpo da criança, divergindo da versão de acidente doméstico.
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro retoma nesta segunda-feira (25/5) o julgamento de Jairinho e Monique Medeiros pela morte do menino Henry Borel, em 8 de março de 2021. A sessão, iniciada às 9h, ocorre no 2º Tribunal do Júri da Capital, no Centro do Rio, com a presidência da juíza Elizabeth Machado Louro.
Jairinho, padrasto da vítima, e Monique Medeiros, mãe de Henry, permanecem presos desde 8 de abril. Eles são acusados de homicídio qualificado, além de tortura, coação no curso do processo e fraude processual. Monique também responde por omissão.
O crime aconteceu na Barra da Tijuca, em apartamento onde a família morava. À época, a defesa alegou acidente doméstico, porém laudo do IML mostrou 23 lesões no corpo da criança, desmentindo a versão inicial. A sessão tem, inicialmente, a presença mínima de 15 jurados para ouvir as testemunhas.
Progresso do caso
O julgamento havia começado em março, mas foi interrompido após a defesa de Jairinho abandonar a sessão em 23 de março, buscando adiar o processo. A reabertura marca a continuidade do debate sobre as circunstâncias da morte de Henry Borel.
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