- O julgamento pela morte de Henry Borel entrou no segundo dia nesta terça-feira (26) no Rio de Janeiro, com a sequência do processo no Tribunal do Júri.
- O delegado Henrique Damasceno, responsável pela investigação, foi a primeira testemunha ouvida no segundo dia do júri.
- Segundo Damasceno, Monique Medeiros e Jairinho teriam “ensaiado uma farsa” nos primeiros depoimentos, mas as versões foram desmontadas ao longo das investigações.
- Os dois acusados respondem pela morte de Henry, que tinha quatro anos, e a expectativa é de que o julgamento siga até o final da semana.
- A reportagem da Record cita ainda um documentário sobre o caso, com entrevistas de diferentes envolvidos, incluindo o pai de Jairinho.
O julgamento sobre a morte de Henry Borel, de 4 anos, está no seu segundo dia no Rio de Janeiro. Nesta terça-feira (26), o delegado Henrique Damasceno, responsável pela investigação, foi a primeira testemunha ouvida no Segundo Tribunal do Júri. Ele afirmou que Monique Medeiros e Jairinho teriam ensaiado uma versão falsa nos depoimentos iniciais, que foi desmontada ao longo das investigações.
Segundo o delegado, os réus respondem pela morte da criança. A audiência continua com o objetivo de esclarecer as circunstâncias do falecimento, ocorrida em 2021. A previsão é de que o julgamento siga até o final da semana, conforme o andamento do processo.
Damasceno detalhou que as primeiras declarações apresentadas pela mãe e pelo padrasto não résistiram à prova dos fatos, com novos indícios surgindo ao longo da apuração. O Ministério Público sustenta a acusação de participação no crime.
Testemunho do delegado
O depoimento do policial também abordou o andamento da investigação e as linhas de apuração que subsidiaram a denúncia. A defesa de Monique Medeiros e Jairinho ainda terá outras etapas de oitiva e perícias, conforme o cronograma do júri.
Entre na conversa da comunidade