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Morre o saxofonista Sonny Rollins, ícone do jazz, aos 95 anos

Morre aos 95 anos o saxofonista Sonny Rollins, lenda do jazz apelidado de Colosso do Saxofone; legado inclui Saxophone Colossus e parcerias com Miles Davis

O músico de jazz americano Sonny Rollins toca saxofone tenor durante sua apresentação no Beacon Theatre, em Nova York, em 18 de novembro de 1995 (Jack Vartoogian/Getty Images)
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  • Morreu o saxofonista Sonny Rollins aos 95 anos nesta segunda-feira, 25, conforme confirmação da agente Terri Hinte.
  • Conhecido como Colosso do Saxofone, Rollins nasceu em 7 de setembro de 1930, no Harlem, e ficou famoso pelo álbum Saxophone Colossus (1957).
  • Ao longo de mais de sete décadas, trabalhou com Miles Davis, Dizzy Gillespie, Charlie Parker, John Coltrane e Thelonious Monk, lançando mais de sessenta álbuns.
  • Entre os reconhecimentos, recebeu a Medalha Nacional das Artes (2010) e o Kennedy Center (2011; além de Gram€mmy, incluido o prêmio de melhor álbum instrumental de jazz em 2001).
  • Nos últimos anos enfrentou fibrose pulmonar, ficou afastado de turnês desde 2012 e não há previsão de cerimônia pública; deixou familiares próximos.

Sonny Rollins, conhecido como “Colosso do Saxofone”, morreu aos 95 anos. A confirmação partiu da agente Terri Hinte e foi divulgada nas redes do músico. O anúncio não informa detalhes de funeral.

Nascido Theodore Walter Rollins, em Harlem, Nova York, em 7 de setembro de 1930, o saxofonista foi referência da improvisação no jazz. Ao longo de mais de sete décadas, expandiu as possibilidades do sax tenor e moldou gerações de instrumentistas.

Ao lado de Miles Davis, Dizzy Gillespie, Charlie Parker, John Coltrane, Thelonious Monk e Art Blakey, Rollins construiu uma discografia com mais de 60 álbuns. Entre as obras centrais estão The Bridge, Way Out West e Freedom Suite.

Em 2017, Saxophone Colossus foi incorporado ao Registro Nacional de Gravações da Library of Congress, reconhecendo sua importância histórica. A nível de prêmios, recebeu a Medalha Nacional das Artes em 2010 e uma homenagem do Kennedy Center em 2011.

Rollins também foi premiado no Grammy, incluindo a categoria de melhor álbum instrumental de jazz em 2001, por This Is What I Do. Nos últimos anos, enfrentou fibrose pulmonar e afastou-se das turnês desde 2012.

Ainda que afastado dos palcos, manteve visões sobre arte e transcendência. Em 2009, afirmou acreditar na continuidade criativa após a vida, associando música a uma experiência espiritual.

Além do jazz, trabalhou com funk e R&B, assinalando parceria em trilha de Alfie e participação em Tattoo You, dos Rolling Stones. Segundo a família, não há previsão de cerimônia pública. Rollins deixa sobrinhos e familiares próximos.

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