Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Mulher morre após cirurgia plástica em SP; polícia investiga complicações

Polícia investiga morte de gerente após cirurgia plástica em São Paulo; apuram complicações pós-operatórias ou possível falha médica, laudos ainda aguardados

Juliana Silva Xavier morreu após cirurgia; ela deu à luz meses antes
0:00
Carregando...
0:00
  • Mulher de 39 anos morreu três dias após cirurgia plástica realizada no Ibirapuera, Zona Sul de São Paulo, em um hospital da região.
  • A operação incluiu procedimentos no abdômen, seios e glúteos (mommy makeover) e ocorreu no dia 12 de maio; a paciente apresentou complicações e foi para a UTI.
  • A morte foi registrada como morte suspeita e morte súbita sem causa determinante aparente; o laudo inicial aponta tromboembolismo pulmonar.
  • A Polícia Civil instaurou inquérito no 96º Distrito Policial; o Instituto Médico Legal (IML) deve esclarecer as circunstâncias e eventual responsabilidade.
  • O médico responsável afirmou que a cirurgia transcorreu normalmente e que a paciente recebeu tratamento médico adequado; o hospital informou ter prestado assistência e solidarizado com a família.

A Polícia Civil de São Paulo investiga a morte de Juliana Silva Xavier, gerente comercial de 39 anos, ocorrida três dias após uma cirurgia plástica realizada no Ibirapuera, Zona Sul da capital. O caso é registrado como morte suspeita e morte súbita sem causa determinante aparente.

Juliana fez procedimentos no abdômen, seios e glúteos no dia 12 de maio. Horas após a cirurgia, complicações levaram a uma parada cardiorrespiratória. Ela foi transferida para outro hospital e permaneceu internada por dois dias, sem sobreviver.

Segundo informações divulgadas pela TV Globo, a paciente initialmente foi atendida no Hospital Ruben Berta e, posteriormente, transferida em estado grave para o Hospital Alvorada Moema, onde a morte foi constatada na noite de 14 de maio. O marido, Luís Antônio Castro Barros, afirma que o procedimento custou mais de R$ 37 mil e que o médico teria garantido segurança em cirurgia cinco meses após o nascimento do filho.

O viúvo relatou que Juliana voltou desacordada ao quarto cerca de seis horas após a operação e, mais tarde, foi levada à Unidade de Terapia Intensiva alegando possível reação alérgica. Depois de despertar com dores, calor e sede, ela foi transferida para nova unidade para exames.

Investigação em andamento

A Polícia Civil apura se a morte decorre de condição pré-existente, de complicações cirúrgicas ou de eventual falha médica. O diagnóstico inicial do hospital aponta tromboembolia pulmonar por agente biodinâmico. A defesa do médico contestou o laudo inicial em nota à Globo, afirmando que a cirurgia ocorreu dentro da normalidade prevista e que houve intervenção adequada no pós-operatório.

O Hospital Alvorada Moema informou que Juliana chegou em estado grave e que a equipe médica envidou todos os esforços para salvá-la. A instituição expressou solidariedade aos familiares. O caso tramita no 96º Distrito Policial, na Zona Sul de São Paulo, com o corpo da vítima no IML para os devidos laudos periciais.

Fontes envolvidas

A reportagem buscou posicionamentos com a defesa do médico, com o hospital e com as informações veiculadas pela TV Globo. O Terra também tenta contato com as partes citadas para esclarecer pontos adicionais.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais