- A Polícia Federal deflagrou a Operação Catarina para desarticular grupo suspeito de fraudes envolvendo encomendas dos Correios na região metropolitana do Rio de Janeiro.
- A ação cumpriu 10 mandados de prisão preventiva e 14 de busca e apreensão em São Gonçalo e Itaboraí, na manhã desta terça-feira (26).
- A investigação começou após a prisão em flagrante de dois suspeitos, em julho de 2024, ao tentarem retirar uma encomenda mediante fraude.
- Segundo a PF, o grupo atuava de forma estruturada, com compras fraudulentas, uso de documentos falsos, monitoramento de encomendas e retirada irregular de mercadorias, que eram revendidas pelos envolvidos.
- O nome da operação faz referência à comunidade Jardim Catarina, em São Gonçalo, apontada como abrigo dos criminosos; todo o material será periciado para identificar participação e possíveis novos envolvidos.
A Polícia Federal deflagrou na manhã de hoje a Operação Catarina, destinada a desarticular uma organização criminosa suspeita de Fraudes envolvendo encomendas dos Correios na região metropolitana do Rio de Janeiro. A ação visa cumprir 10 mandados de prisão preventiva e 14 de busca e apreensão nos municípios de São Gonçalo e Itaboraí.
Segundo a PF, as investigações apontam atuação estruturada e coordenada do grupo. Os crimes investigados incluem compras fraudulentas de produtos, uso de documentos falsos, monitoramento de encomendas e retirada irregular de mercadorias em agências postais e durante entregas.
A origem das investigações remonta a julho de 2024, quando dois suspeitos foram presos em flagrante ao tentar retirar uma encomenda mediante fraude em uma unidade dos Correios. A operação leva em conta indícios de receptação e venda de itens obtidos de forma ilícita pelos integrantes.
O nome da operação faz referência à comunidade Jardim Catarina, em São Gonçalo, considerada pela investigação como área de abrigo e ocultação para os criminosos. Todo o material apreendido será encaminhado à perícia técnica criminal para identificar a extensão do esquema.
Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, estelionato, uso de documento falso e receptação, além de outros delitos apurados ao longo das diligências.
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