- O Ministério Público denunciou um casal por maus-tratos que resultaram na morte do cachorro Branquinho, em Porto Alegre, em novembro de 2025.
- Vídeos do circuito interno, divulgados pelo companheiro da agressora, mostram a mulher desferindo as agressões; o MP pediu prisão preventiva do companheiro e a mulher está presa preventivamente desde 13 de maio, após prisão em flagrante em 4 de maio e liberdade na audiência de custódia.
- A denúncia tramita na Vara Regional do Meio Ambiente, e o Tribunal de Justiça confirmou o recebimento; não há informações públicas sobre defesa apresentada pelos acusados.
- O MP também acionou o casal em umaRepresentação Civil e Criminal por maus-tratos a outros animais na mesma propriedade, após operação de resgate de sete cachorros, um gato, três cavalos e 24 galinhas em condições insalubres.
- Laudos técnicos apontaram privação de alimentação e água, além de confinamento inadequado; o MP rejeitou acordo de não persecução e requer destituição da guarda dos animais resgatados e proibição perpétua de tutelar novos animais.
O Ministério Público do Rio Grande do Sul denunciou um casal por maus-tratos que resultaram na morte de um cão de estimação, Branquinho, em Porto Alegre, em novembro de 2025. A denúncia aponta responsáveis diretos pela agressão com golpes de picareta, registrado após imagens de câmeras internas terem sido compartilhadas pelo companheiro da agressora. A peça já está em trâmite na Justiça.
O MP-RS informou que a acusada, Cásia de Souza Zatti, está presa preventivamente desde 13 de maio. Anteriormente, ela já havia sido autuada em flagrante em 4 de maio, mas recebeu liberdade provisória na audiência de custódia. A promotoria também pediu a prisão preventiva do companheiro da acusada, cujo nome não foi divulgado.
Denúncia e tramitação
A Promotoria sustenta que Branquinho foi arrastado pelo pescoço com uma corda e golpeado até a morte no quintal da residência, sem socorro. A defesa do casal ainda não foi apresentada publicamente.
Operação de resgate de animais
Paralelamente, houve uma operação conjunta de policiais civis e do Gabinete da Causa Animal da prefeitura. Sete cães, um gato, três cavalos e 24 galinhas foram resgatados em condições degradantes, com alimentação inadequada, água indisponível e confinamento insalubre.
Medidas e encaminhamentos
O MP-RS requereu a destituição definitiva da guarda dos animais resgatados e a proibição perpétua de tutela de novos animais pelos dois réus. O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul confirmou o recebimento da denúncia, que passa por avaliação técnica na Vara Regional do Meio Ambiente. O estado de defesa ainda não foi divulgado.
Entre na conversa da comunidade