- Ravi, de apenas 1 ano e 9 meses, morreu após ser atingido no pescoço por uma linha com cerol no bairro Arvoredo II, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
- O acidente ocorreu quando a linha estendida na rua foi puxada por uma motocicleta que passava pelo local; o motociclista prestou ajuda ao perceber o ocorrido.
- A criança foi levada à UPA Santa Terezinha, em Belo Horizonte, mas não resistiu à perda de sangue durante o atendimento.
- As irmãs do menino afirmam que o caso não pode ser tratado como acidente, mas como consequência do uso ilegal de linhas cortantes, e pedem justiça.
- Elas destacam que o episódio é resultado de imprudência humana e defendem responsabilização pelo ocorrido.
Na tarde desta quarta-feira (27), Ravi, um bebê de 1 ano e 9 meses, morreu em Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte, após ser atingido no pescoço por uma linha com cerol. O acidente ocorreu no bairro Arvoredo II, quando a linha foi puxada por uma motocicleta que passava pela rua Treze, segundo informações da família. A tragédia ocorreu durante o brincar da criança, que estava em um carrinho.
A linha estava estendida na via e, ao passar o veículo, ficou tensionada e enroscou no pescoço de Ravi. O motociclista afirmou ter tentado prestar socorro assim que percebeu o ocorrido. Familiares e moradores rapidamente acompanharam o atendimento na tentativa de salvar a criança.
Ravi foi levado à UPA Santa Terezinha, em Belo Horizonte, mas não resistiu aos ferimentos e perdeu muito sangue durante o trajeto. A família descreve o estado crítico ao chegar à unidade de saúde e relata que as equipes de emergência realizaram manobras de reanimação, sem sucesso.
A posição da família
As irmãs de Ravi defendem que o caso não deve ser tratado apenas como um acidente, mas como consequência do uso ilegal de linhas cortantes. A família afirma que a linha não foi uma fatalidade, mas resultado de uma prática perigosa que precisa ser coibida pela fiscalização.
Segundo as irmãs, o episódio evidencia a gravidade do uso de cerol em áreas urbanas. Elas afirmam que a linha pode estar presente em locais públicos sem que haja percepção de risco, aumentando a chance de incidentes graves com crianças. A família solicita medidas para evitar novas ocorrências e maior fiscalização.
A investigação sobre as circunstâncias do acidente ainda está em curso. Não houve informações oficiais detalhando responsabilidades ou o desfecho de perícias, apenas a confirmação de que a linha foi a causa da lesão fatal.
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