- A Polícia Civil deflagrou a Operação Famulato, nesta quarta-feira, em João Pessoa, nos bairros Paratibe e Gramame, contra funcionários de um posto de combustíveis.
- Quatro trabalhadores do posto, localizado no Costa do Sol, são suspeitos de desviar mais de R$ 44 mil ao longo de seis meses.
- O grupo simulava vendas de combustível que não existiam e, em seguida, saqueava o dinheiro do caixa da empresa.
- Também adulteravam o sistema de caixa para dificultar a identificação dos desvios e manter a prática criminosa.
- Foram cumpridos onze mandados de busca e apreensão, com quebras de sigilo telefônico e aplicação de medidas alternativas à prisão, determinadas pela 1ª Vara Regional das Garantias.
A Polícia Civil deflagrou nesta quarta-feira (27) a Operação Famulato, nos bairros Paratibe e Gramame, em João Pessoa, para cumprir mandados relativos a um esquema de desvio de receita em um posto de combustíveis. A ação mira funcionários do estabelecimento suspeitos de desviar recursos de forma reiterada.
Segundo as investigações, quatro funcionários do posto, localizado no Costa do Sol, desviaram mais de 44 mil reais ao longo de seis meses. O golpe ocorria por meio de simulações de vendas de combustível inexistentes, cujos valores eram retirados do caixa da empresa.
Além do desvio, o grupo adulterava o sistema de caixa, dificultando a identificação das entradas irregulares e prolongando o esquema. Ao todo, foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão e medidas como quebra de sigilo telefônico, além de aplicações de medidas alternativas à prisão.
Detalhes da operação
As ordens judiciais foram expedidas pela 1ª Vara Regional das Garantias. As diligências também visam mapear eventual participação de outras pessoas na fraude. A investigação segue em andamento para esclarecer a extensão do esquema e indicar possíveis responsabilizações.
Situação atual
Não houve prisões anunciadas oficialmente até o fechamento deste material. A Polícia Civil informou que os investigados permanecem sob monitoramento e que as medidas propostas visam assegurar provas e a recuperação de valores desviados. O caso segue sob tratamento institucional e não haverá conclusões prematuras.
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