- A Polícia Federal e a Receita Federal deflagraram a Operação Rota do Fim para combater um grupo criminoso no Acre que usava a venda de carne para tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
- A organização estaria conectada a uma facção do Rio de Janeiro e teria penetrado em toda a cadeia produtiva de carne no estado, incluindo fornecedores, frigoríficos, distribuição e leilões de gado.
- A ação cumpriu sete mandados de prisão preventiva e trinta mandados de busca e apreensão em seis estados: Acre, Rondônia, Rio Grande do Norte, Ceará, Paraíba e Mato Grosso; houve bloqueio de vinte e cinco imóveis, vinte e cinco veículos e de ativos vinculados aos investigados.
- Em Mato Grosso, durante o flagrante em Poconé, foram encontrados 469 kg de cocaína, distribuídos em 443 tabletes, além de 160 gramas de maconha, escondidos em uma carga de farinha de ossos e biscoitos originária de Rio Branco.
- A droga tinha destino provável no Rio Grande do Norte, conforme apurado pelas autoridades.
A PF e a Receita Federal deflagraram, nesta quarta-feira (27/5), a Operação Rota do Fim para enfrentar um grupo criminoso no Acre que usava a venda de carne bovina para traficar drogas e lavar dinheiro. A ação envolve parceria entre as forças de segurança e o Fisco.
O grupo estaria ligado a uma facção do Rio de Janeiro e atuaria em toda a cadeia produtiva de carne no Acre, desde fornecedores até a venda ao consumidor final, passando por frigoríficos, distribuição e leilões de gado.
A ofensiva cumpriu sete mandados de prisão preventiva e 30 de busca e apreensão em seis estados: Acre, Rondônia, Rio Grande do Norte, Ceará, Paraíba e Mato Grosso. Também houve bloqueio de imóveis, veículos, valores e rebanho.
A investigação teve início após um flagrante em Poconé (MT), no qual foram apreendidos 469 kg de cocaína, divididos em 443 tabletes, e 160 g de maconha. A droga estava em uma carga de farinha de ossos e biscoitos, com origem em Rio Branco (AC) e destino no RN.
Segundo a Receita, a organização tinha vínculos com uma empresa de leilões de gado e mantinha relações com fornecedores de insumos, frigoríficos e distribuidores, facilitando a movimentação de recursos ilícitos.
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