- Polícia apura grupo que movimentou R$ 4,2 milhões com golpes virtuais, estelionatos eletrônicos e furtos de cartões durante grandes eventos.
- Um dos golpes atribuídos à quadrilha é o “falso advogado”, em que criminosos acessavam informações de processos e ligavam para vítimas fingindo serem advogados.
- As investigações apontam fraudes virtuais e furtos de cartões como parte das ações do grupo.
- A apuração é baseada em operações em curso, com o objetivo de identificar responsáveis e desarticular a rede.
- Leia a reportagem completa no Correio 24 Horas, parceiro do Metrópoles.
A polícia investiga um grupo suspeito de fraudes virtuais, estelionatos eletrônicos e furtos de cartões bancários durante grandes eventos. A operação envolve a movimentação de cerca de 4,2 milhões de reais com golpes aplicados por meio de golpes em redes digitais.
Entre os golpes atribuídos ao grupo está o chamado falso advogado. Os criminosos acessavam informações de processos judiciais e entravam em contato com vítimas fingindo serem advogados ou representantes de escritórios de advocacia.
A polícia atua para localizar os integrantes e apreender bens obtidos ilegalmente. A investigação aponta que as ações ocorriam em diferentes fases, com vítimas de diversas regiões.
A operação ocorre no contexto de investigações em andamento na Bahia, onde as autoridades buscam desarticular o esquema e interromper novos golpes. Não houve confirmação de prisões até o momento.
Desdobramentos da investigação
Novos detalhes devem surgir conforme avançam as diligências, incluindo identificação de vítimas, vínculos do grupo e possíveis centrifugação de recursos. A apuração continua sob sigilo policial. Fontes ressaltam a necessidade de cautela com mensagens de golpe.
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